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PARENTE DAS Águas-vivas 07.05.2026 | 09h32

Criaturas azuis com tentáculos invadem praias dos EUA e intrigam moradores e turistas

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Reprodução/Instagram/@cayucosca

Reprodução/Instagram/@cayucosca

Um animal azul, de aspecto gelatinoso e com tentáculos, tem chamado a atenção de moradores e turistas em praias da Califórnia, nos Estados Unidos.

 

O fenômeno costuma ocorrer na primavera ou no início do verão. Semelhantes a águas-vivas, essas criaturas são conhecidas como Velella velella, também chamadas de “Marinheiros ao Vento”.

 

Com cerca de 7 a 10 centímetros, as velelas pertencem ao mesmo grupo de organismos das águas-vivas, estando também relacionadas a anêmonas-do-mar, corais e hidroides. O corpo achatado e relativamente rígido tem uma “vela” triangular flexível de aproximadamente 5 centímetros com formato em S na base. A estrutura interage com o vento, fazendo com que o animal seja transportado em diferentes direções conforme sua orientação.

 

Leia mais - Escandalos com corrupção e economia em declínio desafiam Milei na Argentina; veja

 

No que diz respeito à alimentação, esses organismos vivem na superfície do oceano e se alimentam principalmente de copépodes. Entre seus poucos predadores estão lesmas-do-mar do gênero Glaucus e caramujos do gênero Janthina.

 

Criaturas azuis com tentáculos invadem praias dos EUA e intrigam moradores e turistas
Com cerca de 7 a 10 centímetros, animais pertencem ao mesmo grupo de organismos das águas-vivas

 

Um animal azul, de aspecto gelatinoso e com tentáculos, tem chamado a atenção de moradores e turistas em praias da Califórnia, nos Estados Unidos.

 

O fenômeno costuma ocorrer na primavera ou no início do verão. Semelhantes a águas-vivas, essas criaturas são conhecidas como Velella velella, também chamadas de “Marinheiros ao Vento”.

 

Com cerca de 7 a 10 centímetros, as velelas pertencem ao mesmo grupo de organismos das águas-vivas, estando também relacionadas a anêmonas-do-mar, corais e hidroides. O corpo achatado e relativamente rígido tem uma “vela” triangular flexível de aproximadamente 5 centímetros com formato em S na base. A estrutura interage com o vento, fazendo com que o animal seja transportado em diferentes direções conforme sua orientação.

 

No que diz respeito à alimentação, esses organismos vivem na superfície do oceano e se alimentam principalmente de copépodes. Entre seus poucos predadores estão lesmas-do-mar do gênero Glaucus e caramujos do gênero Janthina.

 

Ao The New York Times, o biólogo marinho Steven Haddock, do Monterey Bay Aquarium Research Institute, explicou que esses animais não são raros e que há registros de seu aparecimento que remontam a milhões de anos. Segundo ele, em determinados períodos, ventos fortes podem arrastá-los em grande quantidade até as praias, especialmente entre a Califórnia e o Alasca.

 

Apesar da aparência incomum, especialistas ressaltam que não há risco significativo para quem os encontra na praia.

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