custos de vida 22.06.2020 | 09h54
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A pandemia do novo coronavírus mudou economias, políticas internas, o jeito como o mundo vive e custos de vida. Na lista divulgada pela consultoria Mercer de cidades mais caras para se viver como estrangeiro, a Europa e os Estados Unidos saíram do pódio e deram espaço para a Ásia. Pequim, na China, foi considerada a 10ª cidade mais cara do mundo
Com empresas fechando, economias paralisadas e variações no câmbio, o custo de vida em diversas cidades mudou radicalmente. Na Europa, a Suíça se tornou o país mais caro para estrangeiros, com Geneva aparecendo em 9º lugar
Berna, também na Suíça, disparou 4 lugares comparado ao ranking do ano passado e chegou a 8º lugar. O custo de vida no país já era considerado elevado e, depois da pandemia, os valores subiram ainda mais.
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Na China, a cidade de Xangai ocupou o 7º lugar do ranking. O país é considerado o berço da pandemia e notificou a OMS sobre a doença em dezembro. Em fevereiro, grande parte do país estava de quarentena, o que impactou severamente a economia local.
A única cidade americana a entrar no ranking foi Nova York, que subiu 3 posições na pesquisa e agora está no 6º lugar. A cidade, uma das mais caras do mundo, se tornou o epicentro do coronavírus nos Estados UnidosConsiderada a capital dos milionários na Ásia, Cingapura ficou em 5º lugar no ranking. A cidade tinha conseguido controlar a pandemia no começo, mas pequenos focos de transmissão em massa em dormitórios de trabalhadores imigrantes preocupou as autoridades.
No 4º lugar entrou a cidade de Zurique, na Suíça. A cidade é considerada o capital financeiro do país. Apesar do impacto no custo de vida, a Suíça não foi um dos países mais afetados pelo coronavírus na Europa, registrando mais de 31 mil casos
A capital japonesa, Tóquio, ficou em 3º lugar na lista. A cidade também está na lista de cidades mais caras do mundo, e com a pandemia, o custo de vida disparou.
A cidade de Ashgabat, a capital do Turcomenistão, se tornou a vice na lista de cidades mais caras para imigrantes, subindo 5 posições desde o ano passado por conta de uma crise econômica, falta de comida e inflação disparadaHong Kong manteve seu lugar como cidade mais cara para imigrantes no mundo. A região vive uma crise política com a China e disputas com os Estados Unidos, depois de ter perdido o reconhecimento como área autônoma.
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