Publicidade

Cuiabá, Quinta-feira 26/03/2026

Polícia - A | + A

fraca e com dor 14.03.2025 | 11h10

Acusada relata que vítima estava com contrações quando a enforcou com fio

Facebook Print google plus
Jessica Bachega e Yuri Ramires

redacao@gazetadigital.com.br

Reprodução

Reprodução

“Ela começou a chorar. Eu vi ali uma oportunidade dela fraca, com dor e peguei ela por trás. Ela estava tento contração, mostrou pra mim a barriga endurecendo”, narra a assassina confessa Nataly Helen Martins Pereira. Ambas conversaram na casa onde a vítima Emilly Azevedo Sena,16, foi morta, quando a menina foi buscar roupas doadas pela investigada.


Em depoimento, a mulher conta que não havia planejado o crime e que a menina havia mentido o nome a idade. Em rede social, ela disse que era Bia e tinha 18 anos.


Leia também - 'Peço justiça por minha sobrinha. Me ajudem', apela tia de gestante assassinada

 

Apesar de alegar não ter planejado matar a vítima, a cova em que a grávida foi enterrada estava aberta desde o dia anterior (terça-feira 1), como ela mesma contou em depoimento.


Segundo Natally disse à polícia, a vítima estava sentada em uma cadeira, quando a atacou por trás com um “mata-leão”, ela desmaiou e caiu no chão, de lado. Logo após, a acusada amarrou as mãos e os pés da garota com fita de cetim que encontrou em roupas.


“Eu tentei acordar ela pra dizer que eu ficaria com neném e já peguei o fio para enforcar ela. Ai eu enforquei ela com o frio, por trás, e eu vi que estava demorando e ela estava sofrendo, aí eu peguei uma sacola”, detalha.


A menina estava com pés e mãos amarrados, além de ter duas sacolas na cabeça, quando seu corpo foi achado no quintal da casa do irmão da acusada.


O caso
Conforme noticiado pelo , Emilly saiu de casa no final da manhã, no bairro Eldorado, em Várzea Grande e avisou a família que estava indo para Cuiabá buscar doações de roupa na residência de um casal.

Durante a noite, uma mulher apareceu no hospital com um bebê recém-nascido, alegando que era filho dela e que tinha dado à luz em casa. Mas, após exames, a médica do plantão confirmou que a mulher sequer esteve grávida.

A mulher relatou a equipe médica que deu à luz em casa. Os profissionais observaram que a criança estava limpa e sem sangramento. Além disso, exames ginecológicos e de sangue demonstraram que a mulher não tinha parido recentemente. Ela também não tinha leite para amamentar a bebê.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Você ainda costuma comprar ovos de Páscoa?

Parcial

Publicidade

Edição digital

Quarta-feira, 25/03/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.