fraca e com dor 14.03.2025 | 11h10

redacao@gazetadigital.com.br
Reprodução
“Ela começou a chorar. Eu vi ali uma oportunidade dela fraca, com dor e peguei ela por trás. Ela estava tento contração, mostrou pra mim a barriga endurecendo”, narra a assassina confessa Nataly Helen Martins Pereira. Ambas conversaram na casa onde a vítima Emilly Azevedo Sena,16, foi morta, quando a menina foi buscar roupas doadas pela investigada.
Em depoimento, a mulher conta que não havia planejado o crime e que a menina havia mentido o nome a idade. Em rede social, ela disse que era Bia e tinha 18 anos.
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Apesar de alegar não ter planejado matar a vítima, a cova em que a grávida foi enterrada estava aberta desde o dia anterior (terça-feira 1), como ela mesma contou em depoimento.
Segundo Natally disse à polícia, a vítima estava sentada em uma cadeira, quando a atacou por trás com um “mata-leão”, ela desmaiou e caiu no chão, de lado. Logo após, a acusada amarrou as mãos e os pés da garota com fita de cetim que encontrou em roupas.
“Eu tentei acordar ela pra dizer que eu ficaria com neném e já peguei o fio para enforcar ela. Ai eu enforquei ela com o frio, por trás, e eu vi que estava demorando e ela estava sofrendo, aí eu peguei uma sacola”, detalha.
A menina estava com pés e mãos amarrados, além de ter duas sacolas na cabeça, quando seu corpo foi achado no quintal da casa do irmão da acusada.
O caso
Conforme noticiado pelo
, Emilly saiu de casa no final da manhã, no bairro Eldorado, em Várzea Grande e avisou a família que estava indo para Cuiabá buscar doações de roupa na residência de um casal.
Durante a noite, uma mulher apareceu no hospital com um bebê recém-nascido, alegando que era filho dela e que tinha dado à luz em casa. Mas, após exames, a médica do plantão confirmou que a mulher sequer esteve grávida.
A mulher relatou a equipe médica que deu à luz em casa. Os profissionais observaram que a criança estava limpa e sem sangramento. Além disso, exames ginecológicos e de sangue demonstraram que a mulher não tinha parido recentemente. Ela também não tinha leite para amamentar a bebê.
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