DEU EM A GAZETA 18.11.2025 | 07h00

aline@gazetadigital.com.br
Reprodução
Sobrinho que matou e arrancou o coração da tia em Sorriso, Lumar Costa da Silva volta para a prisão menos de cinco meses após deixar o Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho, em Cuiabá, onde ficou internado por quase dois anos. Lumar descumpriu as condições impostas no momento da desinternação e ainda foi denunciado por um crime de violência doméstica. Ele deixou a casa do curador, o pai Gilmar Costa Silva, e não estava mais tomando os medicamentos. Diante destes fatos, foi pedida sua prisão, cumprida na última sexta-feira (14).
Já foi solicitado o recambiamento do preso do estado de São Paulo para Mato Grosso. O Raio 8 da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, deve abrigar Lumar após o recambiamento. O raio é considerado o “plus” da segurança máxima em Mato Grosso e Lumar deve permanecer isolado. A medida será temporária, enquanto ele aguarda, outra vez, vaga no Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho. O juiz da Vara de Execuções Penais de Cuiabá, Geraldo Fidelis, confirmou que deve ser determinada a internação diretamente, pois o caso de Lumar é de saúde mental, sendo o mais emblemático do Estado, atualmente.
Lumar foi preso na madrugada do dia 3 julho de 2019. Na noite anterior matou a tia Maria Zélia da Silva, 55, em Sorriso (420 km ao norte), a facadas, arrancou o coração dela do peito e o entregou para a prima, filha da vítima. Ele foi submetido a exame de sanidade mental e, em decisão de dezembro de 2021, o juiz Anderson Cândido homologou o laudo que o declarou inimputável — pessoa que não tem a capacidade legal de ser responsabilizada por um crime.
Os exames apontaram que Lumar é portador de transtorno afetivo bipolar tipo 1 e não podia, ao tempo do crime, entender o caráter ilícito da ação. Por ser considerado inimputável, não foi levado a júri popular. Em outubro de 2023, foi transferido do presídio para o Hospital Psiquiátrico Estadual Adauto Botelho. No dia 18 de junho deste ano, com base em relatórios multiprofissionais, que indicavam a desinternação, o juiz Geraldo Fidelis expediu o alvará e Lumar voltou, imediatamente, com o pai para Campinas (SP).
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Noroél filho - 18/11/2025
Lugar desse moço é no isolamento da PCE as 7 chaves
Maria cleusa de Oliveira De Lai - 18/11/2025
Era isso que e safado ordinário assassino queria que matasse mais uma pessoa Deus que me perdoe devia um parente de bandido responsável pela liberdade desse louco endemoniado. Ta feliz agora leva esse bandido pra tua casa
2 comentários