NÃO ACEITAVA O TÉRMINO 20.03.2025 | 07h47

yuri@gazetadigital.com.br
Reprodução
Yasmin Farias Cardoso, 27,foi assassinada pelo ex-companheiro, na madrugada desta quinta-feira (20), no bairro Jardim Belo Panorama, em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá). Ela acionou o botão do pânico, acionou a Polícia Militar, mas acabou morta por José Cícero Feitosa da Silva, 35, que tirou a própria vida em seguida.
De acordo com as informações apuradas pelo
, a ocorrência foi registrada por volta das 2h45, assim que a vítima acionou o botão do pânico. Quando a equipe chegou, em um conjunto de quitinetes, precisou da ajuda de um vizinho para entrar.
A vítima foi chamada diversas vezes pelo nome, mas não atendeu a porta. Diante da suspeita, os policiais arrombaram o local e, assim que entraram, encontraram o corpo de Yasmin na cama toda suja de sangue.
Durante a busca pela casa, o suspeito do crime foi encontrado morto na área de serviço. Ele estava com uma corda amarrada no pescoço. Cena do crime foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil e Perícia Oficial (Politec).
Corpo da vítima tinha sinais de facada. No dia 6 de março, ela registrou um boletim de ocorrência contra José, que não aceitava o fim do relacionamento. Caso está com a Polícia Civil.
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souza - 20/03/2025
Algo muito comum que evidencia-se neste tipo de crime covarde é a constatação que a mulher estava sozinha, sem uma proteção masculina de um Pai, irmão, primo ou até amigo próximo. Acredito que a presença prática de um homem ciente da ameaça pode tornar muito mais difícil este tipo de covardia doentia. Covardes não suportam homens de coragem e de honra. Sugiro, de coração, que as mulheres, como antes acontecia, não abram mão de uma proteção masculina familiar.
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