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no rio coxipó 30.03.2025 | 17h39

Membros do CV somam 130 anos de prisão por tortura e morte de jovem em Cuiabá

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Reprodução PJC

Reprodução PJC

Sete integrantes de uma facção criminosa foram condenados pelo Tribunal Popular do Júri da Comarca de Cuiabá, na quinta-feira (27), por morte e turtura do jovem Weslley da Silva Natividade, em 2019. A pena dos criminosos, somadas, chega a 129 anos.

Leia também - Menores confessam ter ajudado em sequestro de jovem encontrado em cemitério clandestino

 

O crime foi investigado e esclarecido pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

 

Na época dos fatos a Polícia Civil indiciou os criminosos pelos crimes de tortura, homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, e promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa.

 

A condenação somada aos sete réus ultrapassa 129 anos de prisão. Cada acusado teve a pena restritiva de liberdade decretada de acordo com a participação no crime contra a vida, cometido contra duas pessoas, uma delas foi a óbito e a outra conseguiu sobreviver.

 

O crime

Em janeiro de 2019, às margens do Rio Coxipó, em Cuiabá, os suspeitos assassinaram Weslley da Silva Natividade, que foi submetido a um "salve" e agredido com chutes, socos, pauladas e sessões de afogamento. A vítima chegou a ser socorrida e levada para atendimento médico, porém não resistiu aos ferimentos e foi a óbito um dia após as agressões.

 

Conforme investigação da DHPP, no mesmo dia e local, os acusados, previamente ajustados, também espancaram outro homem. No entanto, mesmo com diversos ferimentos pelo corpo e fraturas na perna conseguiu sobreviver.

 

A investigação

Durante diligências, os policiais civis descobriram que o "salve" foi ordenado pela facção criminosa em razão de Weslley da Silva Natividade e a outra vítima, que teria furtado joias, roupas e eletrônicos de um dos acusados. No decorrer da apuração foi possível identificar todos os envolvidos, quem foi o mandante e quais agiam na função de "disciplina" e de faccionados.

 

A condenação

Julgados pelo Tribunal Popular do Júri da Comarca de Cuiabá, os sete criminosos foram sentenciados a penas restritivas de liberdade e multas após serem identificados nas investigações da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa de Cuiabá.

 

A Polícia Civil de Mato Grosso reafirma o seu compromisso com a segurança pública, na elucidação de ilícitos penais através de investigações de qualidade que subsidiam o processo criminal e responsabilização dos autores.

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