retorno à presidência 21.12.2021 | 16h03

redacao@gazetadigital.com.br
ALMT
Primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) estranhou o fato do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, ter retirado da pauta a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que pode garantir o seu retorno à presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Atualmente, a cadeira é ocupada pelo deputado Max Russi (PSB).
Durante entrevista ao Jornal do Meio Dia (TV Vila Real, canal 10), o parlamentar insinuou que “alguém” tenha trabalhado para adiar a apreciação da ADI quem segundo ele, foi parar debaixo do tapete. “Agora é só o ministro ou Deus para falar o porquê tirou. Com certeza, houve algum pedido, ó segura isso ai, põe embaixo do tapete e pronto”, disse nesta terça-feira (21).
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O retorno do julgamento virtual estava marcado para o dia 22 de outubro e perduraria até o dia 3 de novembro, após um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. A votação está em 2 votos a 1 para o retorno de Botelho ao comando do Poder Legislativo de Mato Grosso.
Entretanto, recentemente a Procuradoria Jurídica da Assembleia e a direção nacional do PSB solicitaram a perda de objeto da ADI para defender a permanência de Max Russi no comando do Legislativo.
Diante das movimentações, o democrata achou suspeito o fato de apenas o processo envolvendo os dois deputados ter sido retirado da pauta. Com isso, agora não há previsão para a finalização do julgamento até o que relator da ADI, Alexandre de Moraes, devolva.
“O julgamento está paralisado, mas já teve 6 Assembleias que teve o julgamento concluído de modo virtual, só o caso de Mato Grosso que foi tirado da pauta. O processo já estava lá, mas colocaram e tiraram duas vezes. Quando tira, o Supremo não tem prazo para julgar e fica por isso mesmo”, explicou.
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