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STALKING E ATAQUES 20.05.2026 | 16h05

Max diz que buscou seu direito ao denunciar quadrilha; ‘redes sociais não são território livres’

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Ascom ALMT

Ascom ALMT

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (Podemos), disse que foi ele o autor da denúncia contra a rede de perseguição a autoridades por meio de redes sociais. A quadrilha foi alvo da Operação Stop Hate, deflagrada nesta quarta-feira (20) pela Polícia Civil.


As investigações apuram as práticas dos crimes de perseguição (stalking), calúnia, difamação e injúria qualificada contra autoridades públicas dos poderes Legislativo e Executivo. 


“Os meios digitais, a internet, as redes sociais não são um território livre para você falar o que quiser de quem você quiser falar”, disse Max.

 

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“Eu simplesmente procurei o meu direito, fiz a denúncia, dei o depoimento porque me senti agredido. Se fosse só eu, mas não. Tem delegado da Polícia Federal que foi da mesma forma, porque tinha outros problemas e a pessoa não aceitou, prefeito, secretários”, acrescentou.


Ao todo, a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) cumpriu cinco ordens judiciais em Rondonópolis. Conforme divulgado, os ataques ocorriam por meio de páginas na rede social Instagram, em postagens que configurariam perseguição, além da prática de crimes contra a honra das vítimas.


Os ataques eram divulgados por meio de imagens, vídeos e informações inverídicas e de tom jocoso contra as vítimas. Para o deputado, a ação da Justiça em determinar que a operação fosse deflagrada foi acertada.


“Quando você usa, através da rede social, a mando, patrocinado, pago por pessoas que têm interesse em prejudicar certas pessoas, e vem com calúnias, com ataque, com difamação, com inverdades, a Justiça tem que agir”, defendeu.


“Não posso aceitar que qualquer pessoa, por mera intenção de tentar me prejudicar, a mando de não sei quem, venha me atacar. Toda vez que acontecer isso, eu vou procurar o meu direito”, concluiu o parlamentar.

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