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'havia DÚVIDA?' 02.03.2026 | 18h18

Com validação de Virginia, aliados de Mauro afirmam que candidatura ao Senado é certa

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Gazeta Digital / SECOM

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A sinalização pública da primeira-dama, Virginia Mendes, durante o Casamento Abençoado 2026, no Ginásio Aecim Tocantins, quanto a despedida do governador Mauro Mendes (União) do Palácio Paiaguás para disputar o Senado, foi interpretado por deputados da base governista como a esperada confirmação de pré-candidatura a uma das duas vagas de Mato Grosso, em Brasília. 

 

A declaração da primeira-dama ocorreu no domingo (23), quando ela disse que o casal estaria “se despedindo” e que, em abril, “estão saindo” do governo do Estado, referência direta ao prazo de desincompatibilização previsto na legislação eleitoral para quem pretende disputar as eleições de outubro.

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Para o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), a fala de Virginia Mendes teve peso decisivo, já que toda vez que Mauro planeja candidatura, escuta primeiramente a família para depois decidir. 

 

“Agora sinalizou de forma pública e clara. O Mauro sempre fala que ouve a família em primeiro lugar. Quando vem da esposa, mostra que a família concordou e ele será candidato. Fica muito mais forte a certeza de candidatura do governador Mauro Mendes”, afirmou. 

 

Já o deputado estadual Eduardo Botelho minimizou qualquer dúvida sobre o assunto e afirmou que o movimento já era esperado nos bastidores. “Alguém tem dúvidas disso? Alguém ainda tinha dúvida? Tem coisa que não precisa perguntar, olha a agenda do Mauro. Uma agenda extremamente política, de correria e entrega”, declarou.

 

Dias após o 'ato falho' de Virginia, Mauro admitiu, em entrevista à Rádio Band FM de Juína, que existe uma “possibilidade muito real” de disputar uma vaga no Senado, o que exigiria sua saída do cargo até o dia 4 de abril. Apesar de ainda manter o discurso de cautela, o conjunto fortalece a leitura de que a decisão está praticamente consolidada.

 

“Essa é uma possibilidade muito real de talvez ser candidato ao Senado da República. Se for, eu preciso me desincompatibilizar e deixar o cargo de governador seis meses antes da eleição. Então, no máximo até o dia 4 de abril, eu tenho que estar fora do cargo”, afirmou.

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