CRISE NO BOLSONARISMO 25.02.2026 | 12h37

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O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) rebateu o presidente estadual do PL, Ananias Filho (PL), que afirmou recentemente à imprensa que o Republicanos e outras legendas estariam ‘no colo’ do governo Lula (PT) e que o PL seria a ‘única casa’ da direita no Estado. O parlamentar ironizou o líder do PL, o chamando de ‘Ananico’, afirmando que suas declarações seriam rasas e baixas.
“Eu vou mudar o nome do presidente do PL no estado de Mato Grosso. A partir de agora vai ser Ananico. Ananico, pequeno. Ele pensa pequeno e age pequeno. Essa é a verdade, porque ele tenta fazer da direita um curral dele, do partido dele. E a direita do Mato Grosso é muito maior do que o Ananico. É muito maior. A direita do Mato Grosso representa quase 70% da vontade popular desse estado”, disse o deputado nesta quarta-feira (25).
Segundo Diego Guimarães, o senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) não pensa da maneira que Ananias tem falado, e que ele sabe que precisará o Republicanos e União Brasil para vencer as eleições. “Eu acho que o Ananico tem que pensar nisso. Não pensar só no partido dele, que ele quer eleger deputados federais, é importante, quer eleger senador, é importante para ele. Mas vamos pensar maior, vamos pensar no Brasil, vamos pensar na mudança que nós precisamos fazer nesse país a partir de 2027, tirar o governo Lula de lá, e para isso nós precisamos todos estar unidos”, argumenta.
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“O Otaviano Pivetta já falou que o candidato dele será o Flávio Bolsonaro também, caso seja esse o candidato do Republicanos vai ser o Flávio Bolsonaro. Então o Ananico tem que parar com isso. Ninguém fica aí tirando pedra no PL toda hora, como ele está fazendo com a gente. Ninguém fica aí falando na imprensa que ele tem que justificar o apoio que eles deram no passado para Dilma, eu não fico falando isso”, completa.
A declaração aumenta a rusga na relação entre o PL e o Republicanos no Estado, que vem se complicando desde o ano passado, por conta das articulações do grupo do governador Mauro Mendes (União), que chegou a negociar uma possível filiação de Pivetta com a cúpula nacional do PL, para ser o candidato do bolsonarismo no Estado.
Porém, as negociações não se concretizaram e o PL manteve a candidatura do senador Wellington Fagundes (PL) ao governo.
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