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Política de MT - A | + A

eleitos com a ajuda do crime 30.01.2025 | 12h39

Gaeco investiga 22 políticos por suposta ligação com facção

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Reprodução

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Coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Adriano Roberto Alves, revelou que cerca de 22 políticos de Mato Grosso estão sendo investigados por supostas ligações com as facções criminosas.


De acordo com o promotor, alguns deles teriam sido eleitos com ajuda financeira do crime organizado, nas eleições de 2024.
“Nós estamos investigando pessoas que possivelmente foram financiados por facções criminosas. Está sendo apurado e se conseguirmos prova, nós vamos entrar com mandado e com recurso na Promotoria Eleitoral... São 21 ou 22 pessoas, entre Cuiabá e no interior do Estado. Alguns deles foram eleitos”, disse.

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A declaração foi dada em entrevista à Rádio Cultura 90.7 FM, nesta quinta-feira (30), quando o chefe do Gaeco comentava sobre as denúncias de que parlamentares teriam sido eleitos com a ajuda de facções.


A polêmica foi levantada logo após o fim da disputa pelo prefeito Abilio Brunini (PL), que apontou que membros de facção estariam influenciando na composição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cuiabá.


Além disso, o vereador Rafael Ranalli (PL) mencionou que cerca de 4 ou 5 vereadores foram eleitos com o apoio direto do Comando Vermelho, seja por financiamento de campanha ou intimidação da população. Segundo ele, moradores de alguns bairros eram forçados a colocar adesivos de campanha, votar em candidatos específicos e comparecer a reuniões sob ameaça de agressões.


Diante disso, um inquérito também foi instaurado pela Polícia Civil, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).


“O Abilio foi convocado para prestar depoimento, mas ele informou que já havia prestado depoimento para a Polícia Civil e GCCO. Como isso [também] já estava sendo apurado lá, nós deixamos o andamento dos trabalhos por lá e podemos requisitar informações se for necessário”, disse Roberto.

 

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Comentários

Renato - 30/01/2025

O ministério público precisa parar de fazer politicagem. Se há uma investigação em andamento, que se conclua primeiro e depois se cobre na forma da lei os responsáveis. O que não pode é fazer ilações e prejudicar sem provas. Para quê lei? Para quê Estado? Para quê sociedade?

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