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MESA DIRETORA 14.12.2022 | 10h40

Max ignora interpretação jurídica e 'peita' Botelho pela disputa da AL

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O deputado estadual Max Russi (PSB) reafirmou sua candidatura à presidência da Assembleia Legislativa (ALMT) para o biênio 2023/2024, independente se o atual presidente, Eduardo Botelho (União) concorra. Russi também acredita que não existe nenhuma interpretação para que presidente consiga se candidatar novamente.  

 

"Eu não entendo que exista essa nova interpretação, mas isso são discussões jurídicas. O que eu possa afirmar é que eu sou candidato a presidente e vou continuar com a minha candidatura", garantiu o deputado nesta quarta-feira (14).  

 

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Max assegura que está preparado para assumir o comando do Poder Legislativo de Mato Grosso, já que ocupou vários cargos como vereador, prefeito e secretário de Estado. Porém, respeitará possíveis adversários.

 

"Tive a oportunidade de ser presidente da Assembleia por quase um ano e agora coloquei o meu nome à disposição. Vou disputar com tranquilidade e vou respeitar todos que eles colocarem o nome também", completou.  

 

Max Russi afirma que está no momento de buscar de apoio e ouvir as demandas dos parlamentares para a condução da Assembleia nos próximos dois anos.Está com a candidatura bem encaminhada para o comando da Mesa Diretora desde que Botelho afirmou que não concorreria. Único adversário de Russi seria Júlio Campos (União), que teria o incentivo de 8 deputados.  

 

Com a modulação do Supremo Tribunal Federal (STF), de que a proibição de reeleição se inicia a partir de janeiro de 2021, e que todas eleições anteriores não serão contabilizadas, Botelho voltou a se movimentar. 

 

O atual presidente encomendou um novo parecer para saber se realmente poderá concorrer à presidência e assim garantir o 4º mandato consecutivo como chefe do Poder Legislativo de Mato Grosso.  

 

Vários parlamentares conversaram com o com a condição de anonimato. A maioria prefere que Botelho permaneça no comando da Assembleia sob alegação de que Max Russi seria "muito governista".  

 

Segundo eles, no período que esteve na presidência da Casa de Leis, Russi, praticamente, ignorou os parlamentares e dialogou apenas com o governador Mauro Mendes (União).

 

"Nesse tempo a Assembleia virou um puxadinho do governo. Tudo era decidido lá e não aqui", disse um deputado reeleito, que preferiu não ser identificado.

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