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'queremos obra pronta' 07.02.2025 | 15h40

Max nega omissão da AL em fiscalizar BRT e cobra punição para Consórcio

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Vinicius Mendes e Pablo Rodrigo

redacao@gazetadigital.com.br

Allan Mesquita

Allan Mesquita

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, negou omissão do parlamento estadual na fiscalização das obras do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), paralisadas nesta semana após o governo do Estado rescindir o contrato. Ao ser questionado do porquê o Legislativo não acompanhou as obras desde o início, Russi disse que a Casa agiu em todos os momentos em que foi chamada para a discussão.

 

“A Assembleia, em todos os momentos que foi chamada, agiu. Agora, a Assembleia não pode entrar na obra, fazer a obra, executar a obra. Isso é trabalho de quem ganha a licitação, da empresa que ganhou, da empresa que executa. A gente acompanha para serem cumpridos os prazos. Agora não se cumpriu, se chegou nesse ponto, a gente precisa tomar providência, porque a gente tem que cobrar do poder Executivo que tome providência”, disse nesta sexta-feira (7), durante a posse do procurador-geral de Justiça (PGJ), Rodrigo Fonseca.  

 

Russi diz que sua administração irá fiscalizar e acompanhar de perto a tomada de decisão do governo e que seja uma solução rápida. “Nós queremos a obra pronta”.

 

O presidente da ALMT também afirmou que a população já não aguenta mais o caos nas obras do BRT na Capital, mas que não terá outra saída, senão continuar as obras para concluí-la.

 

Leia também - AL terá 6 blocos parlamentares e Botelho deve presidir CCJ

 

“O que precisa quando acontecer isso, é que os responsáveis serem penalizados. Por isso que eu falei, é importante a multa, importante a sanção, importante é a empresa entender que Mato Grosso tem lei, e que os contratos têm que ser cumpridos. E quando a população é prejudicada, os órgãos de controle, Ministério Público, Tribunal de Contas, o Poder Executivo, no caso, executam. E, se não executar, a Assembleia vai estar lá para cobrar isso de todos”, explicou.  

 

O governo Mauro Mendes (União) anunciou a rescisão do contrato com o Consórcio responsável pela obra do BRT na última quarta-feira (5). O governo também anunciou a intenção de multar as empresas em R$ 54 milhões. O governo deverá apresentar, nos próximos dias, alternativas para a retomada das obras ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) para autorização.

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