ATIVA E PASSIVA 15.03.2021 | 07h43

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Divulgação
(Atualizada às 16h30) - Ex-prefeito de Rio Branco (distante 356 de Cuiabá), Antonio Xavier de Araújo (PSC), conhecido como Totonho, foi alvo de Operação da Polícia Federal nesta segunda-feira (15).
O ex-prefeito, que foi vereador por 4 mandatos, já foi alvo de inquérito do Ministério Público Estadual devido a compra de um ônibus para a Prefeitura de Rio Branco.
Totonho foi prefeito por dois mandatos consecutivos, encerrando o último o ano passado. Ele teria comprado um ônibus em São Paulo por R$ 18 mil e depois vendeu o veículo para a prefeitura por R$ 100 mil.
(Atualizada às 9h33) - Dois carros foram apreendiso na operação conjunta da PF com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), sendo um Honda Civic e uma EcoSport. Os veículos podem ter sido adquiridos com dinheiros desviados da Prefeitura de Rio Banco.
Conforme o MPE, mandados de busca fomra cumpridos em uma revendedora de veículos da cidade, bem como nas casas do ex-prefeito e da esposa do ex-secretário de Finanças da cidade, que já é falecido.
Investigação aponta que o esquema de desvios de recursos ocorriam com o uso de 'laranjas'. Sabe-se que mais da metade dos vsalores inicialmente contratados para obras no município eram repassados pela empresa contratante para contras pessoais de servidores públicos.
(Atualizada às 7h48) - Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão na Prefeitura de Rio Branco, na manhã desta segunda-feira (15), como parte da Operação Esquema Novo, que tem como objetivo investigar e combater desvio de recursos públicos praticado na administração.
A investigação, conforme a assessoria da PF, acontece em colaboração com o Ministério Público Estadual (MPE). Ficou comprovado que há indício de autoria e materialidade de crimes de responsabilidade dos prefeitos em corrupção ativa e passiva.
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Sede da prefeitura é alvo da ação, bem como endereços de pessoas físicas e jurídicas que estão ligadas à prática, em especial servidores públicos e particulares.
Desvios
Segundo o inquérito da PF, mais da metade dos valores contratados pela prefeitura para execução de obras na cidade eram passados da empresa contratante para contas pessoais dos servidores públicos alvos da ação.
O esquema contava ainda com 'adiantamentos contratuais', que aumentavam o valor final da obra. Agora, a polícia busca provas e apreender bens e valores com a prática do crime com o objetivo de ressarcimento ao erário.
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