centro político é o mais perigoso 23.05.2026 | 07h55

laisa@gazetadigital
Fred Moraes/Gazeta Digital
A vereadora Maysa Leão (Republicanos) afirmou que o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), foi extremamente desrespeitoso com a população e órgãos do Centro Político Administrativo (CPA). Na última semana, o gestor afirmou, em evento de entrega de espaços esportivos no bairro Três Barras, que o CPA era “o mais perigoso da cidade”.
“Ser desrespeitoso para o prefeito da Capital não é uma novidade, né? Ele, que é um prefeito que precisa solicitar o apoio dos deputados estaduais, do governo estadual”, declarou a vereadora em tom de ironia, após sessão do dia 19. Além disso, a parlamentar avaliou que o chefe do Executivo é "incapaz, incompetente e irresponsável" por destratar autoridades e setores que poderiam trazer benefícios à população cuiabana.
O prefeito explicou durante a entrega que não vai deixar de atender bairros considerados inseguros, uma vez que o "verdadeiro perigo" estaria no CPA. A região abriga repartições do governo de Mato Grosso e da Assembleia Legislativa (ALMT).
"É lá (no CPA) que às vezes tomam decisões equivocadas, que prejudicam toda a população. Quando a gente corrige e protege o Centro Político Administrativo, é para que outros não venham surrupiar o estado de Mato Grosso como já fizeram no passado. A gente consegue cuidar do bairro, consegue cuidar do hospital, consegue cuidar da educação e trazer resultados", bradou em discurso.
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A vereadora Maysa Leão afirma ainda que, mesmo o prefeito declarando que não precisa das verbas vindas do governo federal, os parlamentares sabem das movimentações feitas por ele.
“Foi falado numa audiência pública pelo promotor do Ministério Público que R$ 650 milhões são enviados para o município de Cuiabá, para custeio da saúde, que não são acessados porque o prefeito não faz projeto para acessar. Aí ele faz um empréstimo de R$ 111 milhões, demonstrando que ele está sem dinheiro para gerir Cuiabá, sobe num palanque e ofende aqueles que poderiam destinar emendas, que poderiam ser parceiros”, destacou.
Para ela, o gestor municipal é uma pessoa que “quer estar sempre no topo da mídia”, mas que não o enxerga como alguém capacitado para a vida política e administrativa que a prefeitura precisa.
“Outro dia ele ficou ofendido porque eu o chamei de moleque. Realmente, eu preciso fazer justiça. Ele não é moleque, ele é incapaz, incompetente e irresponsável. Essas são as três palavras que eu classifico um ano e meio de gestão Abílio Brunini, que sobe num palanque da inauguração de um dispositivo importante feito com verba estadual para ofender pessoas que poderiam andar com ele e ajudá-lo”, completou de forma enérgica e sarcástica.
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