aluna atacada em escola 18.03.2026 | 15h39
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Ana Frutuoso/GD
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, se pronunciou sobre o caso de violência ocorrido dentro da Escola Estadual José Leite de Moraes, em Várzea Grande, envolvendo uma aluna de 13 anos. Em tom firme, ele classificou o episódio como “inadmissível” e garantiu que medidas já estão sendo tomadas.
“Eu confesso que fiquei muito triste. A gente que é pai, eu sou pai de três filhos, duas meninas e um menino, quando vê uma situação dessa, fica profundamente abalado. É inadmissível o que aconteceu”, declarou.
O secretário afirmou que a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) agiu imediatamente após tomar conhecimento do caso. “Nós já registramos boletim de ocorrência, a Segurança Pública está investigando e nós não vamos admitir esse tipo de coisa. A lei tem que ser aplicada, doa a quem doer”, disse.
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Ele também destacou o suporte oferecido à vítima e à comunidade escolar. “Nossa equipe psicossocial já está atuando, com psicólogos e assistentes sociais acompanhando a família, os profissionais da educação e toda a situação. Vamos tomar todas as providências cabíveis e de forma rápida”, afirmou.
Ao ser questionado sobre a segurança nas escolas, Alan Porto defendeu as ações que vêm sendo implementadas pelo governo estadual. “O que a gente quer são escolas seguras. Temos rondas escolares, integração com a segurança pública e uma equipe que trabalha no monitoramento para identificar qualquer sinal de violência antes que ela aconteça”, pontuou.
Ele ainda mencionou a ampliação do modelo cívico-militar. “Hoje já temos cerca de 160 escolas cívico-militares e 30 militares no Estado, e estamos ampliando esse número. É uma política que traz disciplina, respeito e organização, sem mudar a parte pedagógica. Nossa meta é chegar a 35% dos estudantes atendidos nesse modelo”, explicou.
O caso
Uma menina de 13 anos foi estuprada no banheiro da Escola Estadual José Leite de Moraes, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. Um estudante do 2º ano do Ensino Médio é apontado como o autor do crime. Ele contou com a ajuda de mais 5 amigos para cometer o ato.
De acordo com as informações apuradas pelo
, a adolescente estava em sala de aula quando sentiu dores de cabeça e solicitou autorização para ir ao banheiro. Ao encontrar o sanitário feminino comum interditado, ela foi no destinado a Pessoas com Deficiência (PCD).
Segundo ela, ao entrar na cabine, um aluno do 2º ano do Ensino Médio, entrou junto sem seu consentimento, enquanto outros 5 meninos seguravam a porta do lado de fora. A adolescente foi contida à força e obrigada a beijar e ter relações sexuais com o suspeito. Após o crime, ele fugiu.
A Polícia Civil de Mato Grosso investiga o caso.
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