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foco em campanha 18.03.2026 | 14h10

Natasha questiona prioridades do governo e promete pagar RGA

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João Vieira/ GD

João Vieira/ GD

A pré-candidata ao governo de Mato Grosso, Natasha Slhessarenko (PSD), criticou a relação do governador Mauro Mendes (União) com os servidores públicos estaduais e afirmou que, caso seja eleita em 2026, pretende retomar o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA). Segundo o governador, aquele que assumir dívida poderá “quebrar o estado”.

 

Segundo Natasha, o Estado teria condições financeiras de garantir o pagamento dos reajustes aos servidores. Ela citou o crescimento da arrecadação estadual e questionou prioridades de investimento do governo.

 

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“Não é possível que um Estado tão rico como o nosso, que em outubro normalmente já se vê que arrecadou muito mais do que foi previsto, não consiga pagar isso. Como é que faz um parque de três bilhões e não consegue pagar um RGA para o funcionário público que faz a máquina andar?”, disse em entrevista ao , na terça-feira (17).

 

Caso vença a eleição de 2026, Natasha disse que pretende abrir diálogo com os servidores e elaborar um planejamento para regularizar os pagamentos. Também afirmou que o pagamento da RGA é uma obrigação constitucional e classificou como “absurdo” o fato de os reajustes inflacionários não terem sido concedidos ao longo dos últimos anos.

  
“Como servidora pública que eu sou, eu vejo como problemático demais a relação que o atual governador tem com os servidores públicos. Ele realmente não os recebeu durante esses sete anos e são eles que movimentam, fazem realmente o nosso Estado caminhar. Reafirmo o compromisso de não só dialogar, mas cumprir com o que é previsto em Constituição. Esse RGA tem que ser pago. É um verdadeiro absurdo isso não ter sido pago até então”, declarou.


Promessas de campanha
Além de Natasha, o pré-candidato Wellington Fagundes (PL), também se comprometeu a pagar a RGA solicitada pelos servidores e iniciou embate com o governador que afirmou que promessas de pagamento integral da dívida poderiam comprometer as contas públicas do Estado, chegando a comparar a situação com a crise fiscal enfrentada durante a gestão do ex-governador Pedro Taques (PSB).


Segundo o parlamentar, o chefe do Executivo está “pregando terrorismo” ao afirmar que a quitação da dívida poderia levar Mato Grosso a um colapso financeiro, isso porque, segundo ele, o crescimento econômico de diferentes regiões tende a ampliar a arrecadação estadual nos próximos anos.


“O governador está pregando terrorismo aí, né? Pânico, o que não é verdade. A situação de Mato Grosso é uma situação fiscal realmente boa e que o Estado de Mato Grosso, independente de quem seja o governante, vai continuar crescendo. Todas as regiões de Mato Grosso estão em desenvolvimento”, afirmou ao Jornal do Meio Dia, nesta segunda-feira (16).

 

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