MORTE DE AGENTE 04.07.2022 | 09h46

pablo@gazetadigital.com.br
Chico Ferreira
O vice-prefeito de Cuiabá, José Roberto Stopa (PV), classificou como 'estranho' o fato do vereador Marcos Paccola (Republicanos) não ter sido preso em flagrante na última sexta-feira (1) após ter matado o agente socieducativo Alexandre Miyagawa a tiros em Cuiabá.
"É muito estranho [porque] qualquer outra pessoa provavelmente teria ficado detido no dia do acontecimento. Já é muito estranho a forma com que aconteceu, enfim. A gente espera agora que as autoridades façam Justiça, nada mais do que isso", disse Stopa nesta segunda-feira (4).
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Conforme o
apurou, Paccola não ficou detido porque se apresentou espontaneamente à Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), na ocasião que permaneceu por mais de 3 horas para ser interrogado ainda na sexta-feira.
Diante disso, o delegado Hércules Batista, responsável pelo caso, decidiu liberá-lo até que se apure as imagens do fato.
Stopa afirmou ainda que é a favor do desarmamento - proibição de venda de armas para as pessoas - e que espera justiça e que a apuração dos fatos envolvendo o vereador da posição seja transparente.
Já em relação a uma possível cassação do parlamentar por conta do homicídio, o vice-prefeito pediu cautela e que é preciso aguardar os laudos da perícia para que a Câmara de Vereadores da capital possa tomar 'qualquer posição'. "Não podemos julgar ou pré-julgar, cabe às autoridades fazer isso".
O presidente da Câmara de Cuiabá, Juca do Guaraná (MDB) convocou uma reunião com todos os 25 parlamentares para a manhã de hoje, para discutir qual será o posicionamento oficial do Poder Legislativo de Cuiabá sobre o caso envolvendo Paccola.
O homicídio ocorreu na noite de sexta-feira (1), no bairro Quilombo, em Cuiabá. A vítima foi atingida por ao menos 3 tiros e morreu ainda no local. Paccola esperou a polícia no local, assim como o trabalho de perícia.
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