live semanal 24.07.2020 | 08h06
Reprodução/Youtube
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (23), durante sua live semanal nas redes sociais, que está “muito bem”, apesar de seguir com a covid-19. Ele relata manter o tratamento com o uso da hidroxicloroquina. “Eu tomei e 12 horas depois estava me sentindo muito bem”, revelou.
Bolsonaro afirmou ainda que os ministros Onyx Lorenzoni, da Cidadania, e Milton Ribeiro, da Educação, também diagnosticados com a doença respiratória, começaram imediatamente a tomar o medicamento. “É uma decisão do médico e do paciente, como foi o meu caso. Não estou recomendando para ninguém”, afirmou.
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O presidente defendeu o uso medicamento no período em que ainda não existe um remédio comprovado contra a doença. “Enquanto não tem um medicamento claro para atacar o problema, é válido essa daqui. [...] Não é porque não existe comprovação científica que não seja recomendado. Está em estudo ainda”, analisou ele.
“Alguns médicos renomados têm conversado comigo dizendo que a sua experiências e observação é de que a hidroxicloroquina tem dado certo. Então, quem não tem uma outra alternativa, que não fique querendo proibir”, completou.
Queimadas
Ao comentar a respeito das queimadas na Amazônia, Bolsonaro mostrou um mapa de satélite da Nasa e disse que os ataques recentes de países europeus têm motivações econômicas. Para ele, as críticas são "desproporcionais e não verdadeiras" contra o Brasil.
“Se vocês olharem bem, na região amazônica não tem nada vermelho. Não pega fogo. É uma campanha maldosa o tempo todo contra o Brasil e tem relação com a economia. O Brasil é um gigante do agronegócio, que não parou com a pandemia”, analisou.
Bolsonaro disse ainda que muitas vezes são os próprios índios quem colocam fogo em algumas regiões com focos de incêndios. “Se ele [índio] não tocar fogo, é a cultura dele, ele não ter o que comer no ano seguinte”, afirmou o presidente, que destacou não existir a possibilidade de analisar todo o território da Amazônia.
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