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impedir acesso à estrutura 16.06.2026 | 15h57

Secretaria do Patrimônio da União discute sobre demolir ponte após morte de jovem

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Reprodução

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A Secretaria do Patrimônio da União (SPU), órgão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), discute a eventual remoção da ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, em São Paulo, com os governos locais.

 

O posicionamento ocorre após a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morrer no local, na manhã do último sábado (13). A jovem moradora de Jandira (SP) foi erguida por instrutores de uma empresa privada e arremessada da ponte, sem estar presa às cordas do equipamento de segurança, de uma altura de cerca de 40 metros.

 

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O salto seria na modalidade rope jump​​, quando um praticante salta no vazio a partir de locais muito altos.

 

Em nota à imprensa, a SPU reafirmou que a transferência da propriedade da ponte para o Patrimônio da União foi oficializada em maio deste ano e que nunca autorizou nenhuma atividade no local.

 

Reunião
Nesta segunda-feira (15), os representantes da Secretaria do Patrimônio da União e a Advocacia Geral da União (AGU) estiveram no interior paulista e se reuniram com a prefeita de Cordeirópolis, Cristina Saad, e com o prefeito de Limeira, Murilo Félix, e suas equipes.

 

A SPU confirmou que continuará discutindo com os governos locais uma solução definitiva para a ponte.

 

As duas prefeituras defenderam a demolição da estrutura de propriedade da União. De acordo com publicação na rede social da gestora de Cordeirópolis, Cristina Saad, esta medida deve ser imediata.

 

Após o encontro, o prefeito Murilo Félix confirmou que a área apresenta riscos conhecidos há muitos anos e que, mesmo interditada, a construção continuava atraindo pessoas.

 

“A implosão da estrutura será uma solução definitiva para evitar novos incidentes e garantir a segurança da população” afirmou.

 

O prefeito ainda pediu que a Polícia Federal investigue a divulgação, pelas redes sociais, de atividades futuras no local.

 

Bloqueio à ponte
Até uma solução definitiva, os governos federal e municipais combinaram ações para conter o acesso à ponte.

 

Entre elas, a instalação de placas de advertência, o bloqueio de acessos por meio de instalação de barreiras físicas e a reabertura de valetas para impedir o acesso à estrutura.

 

Na reunião, a prefeitura de Limeira relatou que a vala que havia sido aberta para impedir o acesso ao local foi posteriormente fechada sem conhecimento de sua administração.

 

O acesso ao local configura crime, pois não se trata de área de acesso público permitido.

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