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esperam há dois danos 26.05.2020 | 16h11

Concursados protestam contra contratos temporários no sistema socioeducativo

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Luiz Leite

Luiz Leite

Concursados do cadastro reserva do sistema socioeducativo protestaram nesta tarde de terça-feira (26) contra os contratos temporários, além de reivindicar a nomeação dos aprovados, em frente à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).


O concurso foi realizado em 2018 e os aprovados deveriam assumir as vagas em dezembro de 2019. No entanto, 1086 concursados amargam a falta de nomeação há dois anos, enquanto contratados ocupam as vagas.


De acordo com o presidente da comissão, Kennety Miranda, além de reivindicar as vagas, eles pedem construção de centros socioeducativos.

 

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“Estamos solicitando as extinções dos contratos precários, porque os contratos precários eles não passam por todo o processo do concurso. Eles são chamados e avaliados a título, então o Estado mesmo após ter homologado o nosso concurso, ele vem colocando e preterindo os aprovados, e colocando contratados dentro do nosso lugar, ocupando as nossas vagas”, disse.


Para assumir os cargos, os concursados passaram por 5 etapas no processo de avaliação, como testes físicos, psicológicos e exames médicos. Eles calculam que gastaram em torno de R$ 1 mil a R$ 5 mil, especialmente quem prestou o concurso e mora no interior do território mato-grossense.


Ainda na manifestação, os servidores citaram o arquivamento do inquérito civil por parte do Ministério Público em 22 de novembro de 2019, pelo procurador Luiz Alberto Esteves Scaloppe, que tratava da realização do concurso e posterior extinção dos contratos precários, a exatamente duas semanas antes do término do concurso público.


Diante da pandemia do coronavírus, Miranda relata que a categoria está sensível à situação. Contudo, 30 delegados foram nomeados na semana passada, o que demonstra que não há desculpa para os concursados enfim ocuparem as vagas.


“Nós acreditamos que o estado tem que dar uma atenção também para o sistema socioeducativo, que mesmo diante da pandemia é um serviço essencial, que não parou. Serviço que tem uma continuidade e atende os menores em conflito com a lei”, relata.

  

Outro lado

Em contato com a Sesp, a reportagem foi informada que apenas o governador Mauro Mendes (DEM) tem poder de nomear os aprovados em concurso. 

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Comentários

Marckell - 26/05/2020

Lamentável o grande descaso do governo de MT que insiste em manter contratos precários mesmo com o concurso já homologado , o pior de tudo é ver o abando do sistema socioeducativo que vive em situação precária de efetivo ... governador cumpra a constituição e nomeie os agentes socioeducativos ...

Maurício Teodoro Júnior - 26/05/2020

Quero endagar o senhor procurador Luiz Alberto Esteves Scarlop o que aconteceu? O estado não extinguiu os contratos precários queromos uma resposta procurador... em tese fical da lei

2 comentários

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