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crime no HMC 20.10.2020 | 10h02

Coren afirma que descrição feita por vítima de estupro não é de enfermeiro

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

Coronavirus / COVID-19

O Conselho Regional de Enfermagem (Coren) informou que está acompanhando o caso do suposto estupro cometido por enfermeiro, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), no sábado (17). O órgão afirmou que se solidariza com a vítima, mas pondera que não é possível afirmar quem é o autor do abuso.


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Por meio de nota, o Coren afirmou que esteve no hospital na segunda-feira (19) e avaliou que os plantonistas da escala não correspondiam à descrição passada pela vítima. A paciente denunciou que foi violentada no sábado por um homem alto, negro e que vestia uniforme verde.


O Conselho afirma que os enfermeiros utilizam vestes brancas e que os únicos homens na escala do dia do fato eram um médico e um enfermeiro. Nenhum deles corresponde à descrição repassada.


O órgão ainda argumentou que a imprensa acusou um enfermeiro de ser o autor do crime, sem oferecer o benefício da dúvida. Visto que vários outros profissionais têm acesso ao espaço e qualquer um pode ter cometido tal violência. No entanto, apesar da crítica, as matérias foram elaboradas com base no boletim de ocorrência da Polícia Militar, no qual consta a declaração da vítima. 


“O Coren-MT não nega a possibilidade do ocorrido, porém reivindica o direto ao benefício da dúvida, já que tais situações são recorrentes no Brasil, mas nem sempre estão relacionadas à equipe de enfermagem. Somos solidários à condição da mulher, vulnerável, e ainda mais vulnerabilizada na situação de internação, e a proteção que a própria instituição deveria conferir às mulheres internadas e em risco de violência”, diz trecho do comunicado.


Por fim, o Coren afirma que seguira acompanhando as investigações e também procederá apuração interna, considerando a gravidade do fato.


O caso
A paciente de 45 anos estava internada na UTI do HMC no sábado. Ela estava medicada e sentiu que um servidor mexia em suas roupas, próximo as suas partes íntimas. Ela afirmou aos policiais que achou estranho o fato, mas dormiu por causa dos remédios. Quando acordou, sentiu dor na pelve e viu que sua fralda geriátrica estava suja de sangue e outro fluído.


O fato foi comunicado à direção da unidade e a polícia foi chamada. A Secretaria Municipal de Saúde informou que os funcionários plantonistas do dia foram afastados até que a investigação seja concluída.

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