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Cuiabá, Quarta-feira 15/04/2026

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PREJUÍZO NO ATENDIMENTO 15.04.2026 | 11h16

Só 5 das 12 unidades do Samu estão funcionando em Cuiabá e VG

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Yuri Ramires e Fred Moraes

redacao@gazetadigital

Fred Moraes

Fred Moraes

Apenas 5 das 12 unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão funcionando atualmente em Cuiabá e Várzea Grande, apontou o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de Mato Grosso (Sisma), Carlos Mesquita. A falta de equipes teria deixado sete ambulâncias paradas, o que, segundo os trabalhadores, já está causando prejuízos diretos à população.

 

De acordo com Mesquita,um dos casos ocorreu durante os preparativos para o aniversário de Cuiabá, no Parque das Águas, quando um trabalhador caiu de uma altura aproximada de 4 metros. O atendimento, segundo os profissionais, demorou mais de 30 minutos para chegar ao local. 

 

"Uma coisa que a população tem que entender, e talvez os deputados também, é que a ambulância tem que estar pronta para o atendimento. Emergências e urgências surgem a todo momento. Se você não tem elas prontas para o atendimento, a população vai ser prejudicada", disse Carlos. 

 

Os profissionais afirmam que a situação estaria relacionada ao desligamento de 56 servidores e à falta de substituição das equipes, o que teria resultado na paralisação de diversas bases. Entre as unidades afetadas estão ambulâncias do Centro de Cuiabá, Parque Cuiabá, Parque Ohara, região do Pedra 90, São João Del Rey e Macaubal.

 

Em Várzea Grande, também há bases sem funcionamento, como na região do Grande Cristo Rei, além dos bairros São Mateus, Chapéu do Sol e Marajoara. As motolâncias que atendem Cuiabá e Várzea Grande também estariam paradas há vários dias.

 

Os profissionais criticaram a postura da Secretaria Estadual de Saúde e afirmaram que a falta de sensibilidade na gestão tem agravado o problema. Segundo eles, os servidores desligados atuaram inclusive durante a pandemia da Covid-19 e, atualmente, a ausência dessas equipes estaria comprometendo o atendimento de urgência. 

 

Na Assembleia Legislativa, os profissionais do Samu cobram providências e pedem apoio do governador Otaviano Pivetta e do chefe da Casa Civil Mauro Carvalho. A categoria pede medidas imediatas e afirma que não há possibilidade de aguardar a audiência marcada para a próxima semana.

 

O secretário estadual de Saúde, Juliano Melo, foi prestar esclarecimentos. A oitiva está marcada para a próxima quarta-feira (22), às 8h, na AL.  Os trabalhadores afirmam, no entanto, que a população não pode esperar, já que as ambulâncias seguem paradas e os atendimentos comprometidos.

 

"Nós não estamos querendo nenhum privilégio, nós estamos querendo trabalhar, fazer o nosso serviço. Infelizmente, o secretário está sendo muito intransigente", disse Mesquita. 

 

Apesar da crise, os profissionais afirmaram que não pretendem paralisar as atividades, mas alertam que, na prática, o serviço já está reduzido devido à falta de pessoal. Caso a situação não seja resolvida, eles afirmam que pretendem realizar mobilizações e panfletagens para informar a população sobre a situação do Samu nas duas cidades.

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