DEU EM A GAZETA 12.09.2026 | 07h28

redacao@gazetadigital.com.br
Angelo Varela / ALMT
Saída do vereador de Rondonópolis, Ibrahim Zaher (MDB), da segunda suplência da deputada estadual e candidata ao Senado, Janaina Riva (MDB), provoca nova “dança das cadeiras” na chapa. Com a mudança, a emedebista chega à quarta alteração na composição de sua chapa durante a campanha e alguns dos mais cotados para a vaga aberta são Artur Birtche (PL), Marcelo Maluf (Novo) e Danilo Trento (MDB).
Janaina havia anunciado a delegada aposentada Ana Cristina Feldner como primeira suplente, mas a substituiu pelo ex-vereador de Salto do Céu e presidente estadual do PRD, Aluizio Lima, que, de acordo com fontes ouvidas pela reportagem, dará lugar ao empresário Rafael Yamada Torres.
Leia também - Flávia desmente Wellington e diz que VG não recebeu R$ 300 milhões em repasses
A primeira troca envolvendo Feldner ainda gerou um embate público entre a delegada e Janaina. Após ser retirada da chapa, a aposentada acusou a parlamentar de violência política de gênero. “Em toda a minha trajetória, em meus 25 anos de serviço público, eu nunca fui tão desrespeitada enquanto mulher”, afirmou Feldner.
Janaina negou a acusação da ex-aliada e afirmou que, desde o convite, deixou claro que a permanência de Feldner seria temporária.
“Quando eu convidei a Ana para ser suplente, eu disse a ela que seria temporário, porque eu não tinha tempo hábil para fazer a troca de suplência. A suplência era do Podemos e perguntei se ela toparia ser candidata por período determinado. Ela disse que sim”, rebateu.
Campanha suprapartidária
Apesar da composição frustrada entre PL e MDB, com diversas lideranças ligadas à ala bolsonarista - como o deputado federal José Medeiros (PL), que também concorre ao Senado - rejeitando a dobradinha, Janaina tem apostado as suas fichas em alianças pluripartidárias. Com a postura rígida do seu companheiro de coligação, a deputada não pedirá votos para concorrentes.
A hipótese foi levantada após um vídeo publicado nas redes sociais mostrar a parlamentar fazendo acenos ao senador Carlos Fávaro, que também está na corrida pela reeleição.
“Vocês não vão encontrar meu pedido de voto para nenhum outro candidato a senador que não seja eu mesma. Obviamente, estarei em vários palanques, como estive já com Pedro Taques, com Mauro Mendes e com Fávaro. Trato todos com respeito, até porque nós já estivemos praticamente todos no mesmo palanque. Então, na verdade, é o PL que tem essa restrição, porque hoje eu estou bem posicionada nas pesquisas. Existe contra mim um movimento de vários candidatos que acham que eu sou adversária a ser combatida”.
Ainda conforme a presidente estadual do MDB, os 13 prefeitos da legenda que declararam apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) em detrimento à candidatura do senador Wellington Fagundes (PL), que é o nome da coligação para o Palácio Paiaguás, não sofrerão punições ou retaliações.
Leia mais notícias sobre política de MT na edição do Jornal A Gazeta
Publicidade
Publicidade
Milho Disponível
R$ 66,90
0,75%
Algodão
R$ 164,95
1,41%
Boi à vista
R$ 285,25
0,14%
Soja Disponível
R$ 153,20
1,06%
Publicidade
Publicidade
O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.