crime filmado 01.10.2024 | 15h46

redacao@gazetadigital.com.br
Divulgação/Polícia Civil
A primeira audiência dos 3 réus pelo assassinato de Pilson Pereira da Silva, 80, e Rui Luiz Bogo, 68, em 21 abril deste ano, em Peixoto de Azevedo (691 km ao Norte), ocorre nesta quarta-feira (02). O acusado Éder Gonçalves Rodrigues mudou a defesa na semana passada e testemunhas serão ouvidas na primeira sessão.
A primeira audiência de instrução, marcada para o dia 2 de outubro, será com a oitiva das testemunhas e dos réus. O caso, além de Éder, envolve também Inês Gemilaki e seu filho, Bruno Gemilaki Dal Poz, filmados invadindo a casa onde a vítima estava e atirando contra os presentes.
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O réu Éder Gonçalves Rodrigues contratou o advogado Carlos Felipe Alves Moreira de Lima, especialista em Tribunal do Júri e sócio do escritório Alves Moreira e Marques Advocacia, que se habilitou no processo no dia 24 de setembro de 2024.
Devido à troca repentina, a defesa está revisando o extenso processo. O advogado destacou que prefere exercer o direito de falar por último, prerrogativa assegurada aos acusados em processos criminais. Com a proximidade da audiência e a atenção nacional que o caso despertou, a expectativa é de que os próximos passos do processo sejam acompanhados de perto tanto pela mídia quanto pela sociedade.
O caso
Inês Gemilaki, seu filho Bruno Gemilaki Dal Poz e o cunhado dela, Edson Gonçalves Rodrigues, foram denunciados pelo Ministério Público pelos homicídios qualificados das vítimas Pilson Pereira da Silva e Rui Luiz Bogo.
Outras duas vítimas foram feridas, uma delas a que Inês tentava matar. Inês e Bruno estavam em um aniversário na casa de Edson quando a mulher chamou os dois. Eles saíram de carro até a casa onde estavam vítimas, todos armados. Inês entrou no local e atirou contra as 4 pessoas, conseguindo matar duas.
Mãe e filho se esconderam em uma fazenda e Edson foi para outra cidade com seu irmão, esposo de Inês. Eles foram presos dias depois. Sobre o desentendimento entre Inês e a vítima que ela tentou matar, "Polaco", a cunhada dela disse que o homem havia reclamado com Inês quando ela alugava a casa dele, sobre as condições da piscina.
Inês descobriu que o dono do imóvel estava vendo as imagens das câmeras de segurança. A mulher resolveu desligar as câmeras, já que tinha o costume de andar só de calcinha e sutiã e temia que ele já tivesse a visto nua. O homem então pediu a casa de volta e se iniciou uma briga judicial por cobrança de possíveis prejuízos.
O dono da casa perdeu o processo, mas não teria gostado da situação e daí se iniciaram as brigas e ameaças.
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