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CASO MIRELLA 10.12.2021 | 14h15

Defesa cita falhas na investigação e Jaíra era 'resposta fácil'

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Divulgação

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A defesa de ré Jaíra Gonçalves de Arruda alega várias falhas na investigação da morte da menina Mirella Poliane Chuê,11, e afirma que a cliente foi apontada para dar uma resposta à sociedade. Ainda afirma que a avô materna Claudina Chuê  Marques foi a principal beneficiada pela morte da menor.


Leia também - Envenenamento só foi descoberto após suspeita de estupro

 

Na defesa, o advogado Mustafan Mistergan, que é pastor da Assembleia de Deus, citou passagens bíblicas e diz que Jaíra foi “bode expiatório” para encerrar logo a investigação. “A polícia não é flor que se cheire, ela é corrupta. [...] o Ministério Público só quer bater e a imprensa quer vender jornal e eu quero a verdade”, argumentou.


Ele alega que Jaíra a tratava como filha e que não há qualquer acusação de maus tratos contra a menina. Cita que não ficava sozinha com a garota e que a herança citada não era de R$ 800 mil. Parte já havia sido usada e restava apenas R$ 148 mil.


O advogado argumenta que na primeira vez que a menina passou mal Jaíra sequer estava em casa. A vítima estava aos cuidados da funcionária Luciney Pereira da Conceição, mas não houve qualquer busca e apreensão ou investigação da diarista.


Também cita que o tio de Mirella havia alertado o pai, José Mário Gonçalves, sobre o possível envenenamento da menina diante de seguidas internações. Mas isso não foi considerado pelo pai.


A mãe de Mirella morreu no parto, após erro médico que culminou na indenização de R$ 800 mil a qual a menina tinha direito. Órfã, a menina morou com os avós e depois se mudou para a casa do pai e da madrasta, com quem viveu desde os 2 anos até sua morte.


O júri popular foi iniciado na manhã de quinta-feira (9) e segue nesta sexta-feira (10). A sessão é presidida pela juíza Mônica Catarina Perri, com acusação da promotora Marcella Rodrigues e assistente de acusação Luciano Augusto Neves. A defesa da ré é feita pelos advogados Mustafan Mistergan e João Batista Nunes da Silva.


O caso
Mirella morreu em 13 de junho de 2019. O laudo que apontou o envenenamento foi concluído em 25 de junho. Então, a madrasta passou a ser investigada e apontada como autora do homicídio por envenenamento. Ela teria dado carbofurano e veneno de rato durante 3 meses, na esperança da menina morreu no hospital, mas ela melhorava ao ser medicada.

 

A motivação do crime seria a herança de R$ 800 mil que a menina recebeu e que ficaria com a madrasta se ela morresse.

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