ALVO DE OPERAÇÃO 28.02.2023 | 16h42

khayo@gazetadigital.com.br
Chico Ferreira
Alan Malouf recebeu perdão judicial por meio de decisão da 2ª Câmara Criminal. Determinação foi divulgada na segunda-feira (27) e ocorreu após o empresário ser condenado por corrupção pelo período em que atuou à frente da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).
Conforme noticiado pela reportagem, Malouf foi alvo de ação derivada da Operação Rêmora e, em 2017, foi condenado a 11 anos e um mês de prisão pela 7ª Vara Criminal de Cuiabá, em decisão da então juíza Selma Arruda.
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Posteriormente, após recorrer, Malouf teve sua pena baixada para 5 anos e um mês em decisão da 3ª Câmara. Porém, defesa do empresário recorreu do acórdão e conquistou o perdão por unanimidade em nova decisão de colegiado.
Na decisão recente, desembargadores consideraram o argumento da defesa de que em diversos momentos Malouf colaborou com a Justiça prestando informações que auxiliaram a desvendar os esquemas de corrupção que ocorreram na Seduc.
"[...] demonstram que o embargante demonstrou de fato, esclarecer sobre os fatos, tanto, que confessou os atos delitivos outrora à ele imputados, e frise-se, desde o momento em que o nome dele surgiu no processo (mediante colaboração prévia do corréu Geovani), nota-se que não há como afastar a tese defensiva no ponto em que destaca que, na hipótese, é viável o acolhimento da tese vindicada, não analisada no Acórdão", narra trecho da decisão.
Alvo de operação
Malouf foi preso na operação Grão Vizir - 3ª fase da Operação Rêmora - deflagrada em dezembro de 2016 pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco Criminal).
Empresário foi preso após ser apontado como o principal mentor do esquema de corrupção na Seduc.
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