PM NÃO VAI 28.01.2021 | 11h55

jessica@gazetadigital.com.br
Atualizada às 12h08 A Igreja Nossa Senhora Aparecida, no bairro Ponte Nova, em Várzea Grande, foi invadida por criminosos 3 vezes só na semana passada. A coordenadora na unidade, Sebastiana Batista, denuncia a falta de segurança na região e que chamou a Polícia Militar após os crimes, mas os agentes compareceram ao local somente em um dos dias.
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A mulher reside na comunidade e frequenta a igreja há 54 anos e está indignada, pois todo material recebido de doações para melhoria no templo religioso foi furtado pelos inovadores. Além disso, destruíram a estrutura do local.
A coordenadora conta que as invasões ocorreram quinta-feira (21), sábado (23) e domingo (25). Porém, a Polícia Militar só apareceu no local no último dia.
Ela relata que foram levados 10 ventiladores, desmontados 3 ares-condicionados e a fiação de cobre da sala de catequese também foi furtada. Além do material levado, o cadeado, vitrais, forro e telhado foram danificados pelos criminosos.
“Estamos pedindo socorro. Fomos furtados 3 vezes seguidas. Estamos totalmente sem apoio. Como comunidade, estamos a mercê dos bandidos. Todos os materiais que ganhamos de doação os marginais estão levando e fazendo estrago muito grande na nossa comunidade”, narra a mulher.
Outro lado
A assessoria da Polícia Militar foi procurada e encaminhou a seguinte nota:
O comandante do 25º Batalhão de Polícia Militar de Várzea Grande, tenente-coronel Rhuyter Rodrigues Setúbal, informa que atendeu pessoalmente a coordenadora da referida igreja e esteve no templo religioso para levantar mais informações e traçar ações específicas de policiamento para o local.
Desde então, a PM reforçou o policiamento empregando equipes do GAp(Grupo de Apoio) e da 15ª Companhia de Força Tática do 2º Comando Regional e mantém interação com a coordenação da igreja. Além disso, o Serviço de Inteligência do batalhão está atuando na região produzindo conhecimento com a finalidade de traçar outras medidas de segurança.
Por outro lado, o 25º Batalhão informa que fez levantamento dos últimos seis meses e encontrou somente um registro de ocorrência de furto relacionado ao tempo religioso.
A PM reforça aos cidadãos que o registro do BO é fundamental, por mais irrelevante que possa parecer a ocorrência, para que a instituição militar continuar fazendo o trabalho de análise criminal e definindo ações estratégicas e pontuais do policiamento conforme as necessidades apontadas tanto na prevenção quanto repressão à criminalidade.
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