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BUSCAS CONTINUAM 11.09.2020 | 18h50

Após escavar terreno, polícia não encontra restos mortais de Sara

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Polícia Civil

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Após um dia de busca, a Polícia Civil não encontrou os restos mortais da menina Sara Vitória Fogaça Paim, no local onde o suspeito pelo crime teria apontado que enterrou a criança. O terreno foi escavado por completo no fim da tarde desta sexta-feira (11).


Foram feitas varreduras com máquinas em 100% de toda a área do lote, desde a manhã de quinta-feira (10).


“O local foi varrido 100% e corpo não está no local. Não é que não encontramos o corpo da criança, não existe nada no local. As investigações continuam, vamos fazer diligências e ouvir outras pessoas, se necessário e continuamos investigando”, informou o delegado de Sorriso, André Eduardo Ribeiro, responsável pela investigação.


O delegado voltou a ouvir nesta o suspeito, que em interrogatório no início da semana confessou que cometeu abuso sexual e depois o homicídio e ocultação do cadáver da criança, que à época do crime tinha cinco anos de idade.


O suspeito, que tem 58 anos, informou aos policiais que não tem certeza se o corpo estaria no local apontado, pois segundo ele, já teria passado dez anos do crime e muita coisa mudou.


Inclusive, em uma transmissão ao vivo da escavação feita por um jornal local de Sorriso, muitos moradores apontaram que há dez anos o local era completamente fechado por mato, e não havia construções.


Confissão do crime
Antônio Ramos Escobar trabalhava como pedreiro em uma construção, quando por volta das 16h de 1º de junho de 2010 viu Sara na rua voltando para casa. Ele ofereceu ‘carona’ para ela de bicicleta e a levou para o local onde trabalhava.


Na obra, estuprou a menina, que não parava de chorar. Em seguida, ela foi estrangulada e morreu por asfixia.O corpo de Sara foi colocado em um saco de estopa e enterrado no terreno alvo das buscas.


Antônio era suspeito do crime, já que na época, sumiu da cidade de forma repentina, abandonando até a esposa, que chegou a registrar um boletim de ocorrência relatando seu ‘desaparecimento’.


Ele estava morando em Mato Grosso do Sul até dias atrás, mas retornou para Sorriso. Após confessar o crime, ele disse que “tirou um peso das costas”, lembrou o delegado.

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