Deu na Época 28.08.2020 | 13h45

thalyta@gazetadigital.com.br
Reprodução/Época
A menor de 14 anos, que assumiu ter atirado contra Isabele Guimarães Ramos, 14, foi hostilizada pelos colegas de escola nas aulas virtuais no começo de agosto. O caso é destaque na revista Época desta semana, que traz detalhes sobre a morte da adolescente na noite de 12 de julho.
O relato sobre as acusações sofridas pela menor foi feito pelo pai dela, o empresário Marcelo Cestari à revista. "Pouco antes de ser convocada para reproduzir o crime, a adolescente voltou a participar das aulas on-line de seu colégio, mas teve de sair da sala virtual depois de ouvir acusações de que era assassina", diz trecho da reportagem da Época.
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Situação semelhante foi vivida pela família no condomínio Alphaville, local do crime. "Como também começou a ser hostilizada por vizinhos, a família se mudou provisoriamente para a casa de um parente, deixando para trás a bela casa com um Lamborghini na garagem".
Isabele foi morta com um tiro no rosto quando estava no banheiro da suíte da melhor amiga, uma adolescente de também 14 anos. Em seu depoimento a menor alegou que o disparo foi acidental, no entanto, o laudo contradisse o depoimento, mostrando que além do tiro não ter sido acidental, o atirador estava dentro do banheiro.
Mesmo com o vazamento do laudo, Marcelo Cestari afirmou à Época que não acredita que sua filha tenha apertado o gatilho, mesmo achando que a arma estava descarregada.
"De todos os meus filhos, ela é a mais próxima. Não existe segredo entre nós. Eu já a pus contra a parede e perguntei olhando em seus olhos se ela havia atirado na amiga. Ela respondeu ‘não’ e eu acredito. Vou com essa verdade até o fim", relatou na entrevista.
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souza - 28/08/2020
Esta claro, pela pericia técnica que considera apenas as evidências e os fatos que não mentem, que foi doloso, como afirma o Promotor. Se o MPE não representar, será dado o recado aos adolescentes e jovens, especialmente da classe média-alta, que podem resolver suas diferençazinhas atirando na cara do outro. Depois é só dizer que foi sem querer e os pais pagarem um bom advogado e, patrocinarem a publicação de algumas reportagens que "tudo se resolve".... A sociedade aguarda a justiça que só pode iniciar com o MPE.... Como sociedade, estamos de olho...
cidão - 28/08/2020
É sempre assim só perde é quem morre,hoje ele protege a filha amanhã estara transformando ela em matadora profissional. se fosse na bolivia ou em qualquer pais ele ja teria entrado no pau.
Priscila Justus - 28/08/2020
E melhor vocês fecharem a boca e assumir esse assassinado pois vocês sabem que são errados.Se fosse eu mudaria de Cuiabá para bem longe
3 comentários