Deu em A Gazeta 09.07.2021 | 08h37

pablo@gazetadigital.com.br
João Vieira
Vice-líder do governo Bolsonaro (sem partido) na Câmara Federal, deputado federal José Medeiros (Podemos), protocolou um pedido na Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o presidente da CPI da Covid no Senado, Omar Aziz (PSD-AM), seja investigado por crime de abuso de autoridade.
Medeiros alega que a prisão do depoente Roberto Dias, ex-diretor de logística do Ministério da Saúde, na última quarta-feira (7) durante depoimento na CPI, seria arbitrária e com base em um crime inexistente no Brasil, citando o perjúrio.
No pedido, Medeiros alega que Omar Aziz não deu qualquer argumento plausível para medida quando questionado por colegas na CPI e que, ao prender Dias, ameaçou futuros depoentes do mesmo destino e encerrou a sessão.
Ainda que o presidente da comissão quisesse imputar ao depoente o crime de falso testemunho, toda a condução do depoimento foi feita como se ele estivesse na condição de investigado e não de testemunha, diz trecho do pedido protocola do nesta quinta-feira (8).
O deputado mato-grossense ainda alega que, apesar da CPI ter poderes de autoridade investigativa, a decretação
de medida como prisão por crime de falso testemunho só é permitida em flagrante delito.
Não se pode mandar prender uma testemunha porque o presidente acha que ela mentiu ou pior, por não responder
o que ele pretendia ouvir. Não há nenhuma prova durante o depoimento de que o senhor Roberto Dias estivesse
mentindo para ter prisão em flagrante decretada, diz outro trecho do pedido.
Segundo Medeiros, o presidente da CPI teria cometido crime de abuso de autoridade, ao prender o ex-servidor do Ministério da Saúde. O deputado ainda solicita o afastamento de Omar Aziz da presidência da CPI, alegando que ele não teria condi
ções técnicas e emocionais para liderar os trabalhos.
Roberto Dias chegou a ser preso após 7 horas de depoimento na CPI. Ele foi solto após pagar fiança no valor de R$ 1,1 mil
e foi liberado pela Polícia Legislativa por volta das 23h do mesmo dia.
Ligado ao líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), Roberto Dias foi indicado pelo Centrão para ocupar o
cargo no Ministério. Ele foi acusado de cobrar propina de US$ 1 por cada vacina Astrazeneca comprada pelo governo.
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Mizael carlos Amorim - 10/07/2021
O nobre deputado já que o Sr está colado no presidente ...traga doses extras da vacina para seu estado onde o Sr foi eleito olho pelo seus eleitores
Aderson Padilha de Amorim - 09/07/2021
Não deixa de ser um babaca e papa ovo, deve apresentar serviços prestados aos seus eleitores do Estado. Eleições se aproximam e os eleitores estão de olho.
Aroldo Nunes - 09/07/2021
Parabens deputado e o unico politico de MT que poe a cara a tapa e defende a opiniao do eleitor. Uma vergonha esses 3 Senadores de MT, que so aprece nas eleições.
J A Silva - 09/07/2021
Pois é. E o senador, comprovadamente um criminoso, está soltinho da silva!
VAGNER GODOES - 09/07/2021
INTERESSANTE ESSE DEPUTADO FEDERAL ELEITO PELO POVO MATOGROSSENSE, PODERIA ESTÁ BUSCANDO MELHORIA PARA NOSSO ESTADO, MAIS FICA DEFENDENDO OS INTERESSES DO PRESIDENTE É UMA FALTA DE RESPEITO COM OS CIDADÕES QUE O ELEGERAM, DEPUTADO 2022 VAI ANDAR O ESTADO PEDINDO VOTO MAIS O POVO NÃO É BOBÔ!!!!!!
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