apoio ao ex-presidente 20.01.2026 | 18h04

ana.frutuoso@gazetadigital.com.br
Os deputados federais José Medeiros (PL), Rodrigo da Zaeli (PL) e Coronel Assis (União) anunciaram, nesta terça-feira (20), que irão se unir à peregrinação convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), em uma “caminhada da liberdade” contra a condenação dos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A marcha percorre mais de 200 km de Minas Gerais até Brasília.
Rumo ao encontro, Coronel Assis publicou em suas redes sociais que já está a caminho: “Queremos que o Brasil desperte. E é por isso que, como representante de Mato Grosso na Câmara dos Deputados e vice-líder da oposição, tenho que estar presente. Tenho que representar você, Mato Grosso, que também acredita nessa mudança. Estaremos juntos com os demais deputados federais, caminhando e mostrando ao Brasil que não estamos parados. Queremos a verdadeira mudança”, declarou.
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José Medeiros também usou as redes sociais para convocar seus seguidores ao ato em apoio à liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro. “É um momento muito triste para a democracia brasileira. Em 2026 a gente pode promover mudanças, mas essas pessoas não podem ficar presas até outubro. Quem quiser participar, segue pela BR-040, e a gente se junta à caravana do deputado Gustavo Gayer para formar esse coro de vozes em prol de Jair Bolsonaro. É pela democracia, pela liberdade e pelo Brasil”, afirmou.
O ex-deputado Ulysses Moraes (Podemos) também aderiu à marcha liderada por Nikolas Ferreira. Nas redes sociais, com mochila pronta, símbolo do Capitão América e tênis casual, declarou: “Quando Deus pede, a gente não questiona, a gente obedece.”
Ulysses é servidor comissionado da Assembleia Legislativa desde março de 2023, com carga horária de 40 horas semanais e salário bruto de R$ 16.389,65. Segundo o Portal da Transparência, está ativo, tendo usufruído férias em outubro do ano passado.
O deputado estadual Gilberto Cattani, também usou as redes sociais para incentivar a caminhada, mas, apesar disso, declarou que não participará, pois acompanhará o julgamento dos assassinos confessos de sua filha, Raquel Maziero Cattani, marcado para quinta-feira (22), às 8h, em Nova Mutum.
Em carta aberta divulgada nesta segunda-feira (20), Nikolas Ferreira afirmou que a “caminhada não é um gesto de vaidade, mas um ato de consciência, de amor ao Brasil e de compromisso com a liberdade”. Ele ainda denuncia a “desumanização dos brasileiros presos após o dia 8 de janeiro, submetidos a processos ilegais, parciais e arbitrários, bem como a perseguição sistemática a opositores políticos, entre eles Jair Bolsonaro”.
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