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CASO CONSIGNADOS 16.03.2026 | 07h37

Margareth admite que articulou reunião para evitar depoimento de Taques em CPI

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Mayke Toscano/Secom-MT

Mayke Toscano/Secom-MT

A senadora Margareth Buzetti (PP) admitiu que intermediou a reunião entre o governador Mauro Mendes (União) e o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado Federal, senador Alessandro Vieira (MDB/SE), para tentar barrar a convocação do ex-governador Pedro Taques, para relatar o ‘escândalo dos consignados’ em Mato Grosso e sua possível ligação com o ‘caso Master’.  

 

“O objetivo do senador é simples: não deixar a CPI, que é séria e importante para o país, virar palanque eleitoral para pretensos candidatos”, disse Buzetti ao .   “Se o Senador entender que deva ouvir formalmente Pedro Taques ou Mauro Mendes ele convocará”, completou.  

 

Questionada quais seriam os motivos para o governador não querer que Taques fale sobre os problemas dos consignados de Mato Grosso, a senadora não respondeu.  O governador e Buzetti estiveram no final da tarde de quarta-feira (11) no gabinete do relator, onde Mendes apresentou seus argumentos para demover o senador do MDB em convocar Taques.  

 

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“Recebi o ex-governador Taques e o atual governador Mendes. Os dois apresentam documentos e informações divergentes sobre os mesmos fatos. Vamos avaliar tudo isso antes de definir os próximos passos’, disse Vieira .   Entre os argumentos, Mendes reafirmou as acusações contra seu ex-aliado de que ele estaria atuando eleitoralmente para prejudica-lo.  

 

Alessandro Vieira ainda afirma que irá analisar novamente as informações apresentadas pelo governador Mauro Mendes, para só depois decidir se reapresentará ou não o requerimento para que Taques deponha.  No requerimento, Vieira alegou que Taques tem afirmado haver fortes indícios de fraudes em contratos firmados com a empresa Capital Consig, que teriam causado prejuízos financeiros estimados a cerca de 14 mil servidores públicos estaduais.  

 

‘As denúncias apresentadas indicam ainda que tais operações teriam contado com a intermediação financeira e operacional do conglomerado Banco Master e de empresas e agentes a ele associados, que teriam atuado na estruturação, viabilização e circulação dessas operações de crédito consignado’, diz o requerimento.  

 

Pedro Taques faz a defesa dos sindicados e associações de servidores público no caso dos Consignador. Ele chegou a protocolar via Sindicato dos Profissionais da Área Instrumental do Governo (Sinpaig) um pedido de compartilhamento de provas entre as investigações em Mato Grosso e a Operação Compliance Zero.

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