relação estremecida 06.05.2021 | 15h29

allan@gazetadigital.com.br
ALMT
Pressionado pelo primeiro-secretário, Eduardo Botelho (DEM), o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Max Russi (PSB), evitou polemizar as críticas que recebeu de seu antecessor nesta quinta-feira (6). O chefe do legislativo admitiu que os ânimos estejam alterados na Casa de Leis, mas descartou um possível "racha" dentro da Mesa Diretora.
"Eu defendo meu mandato, defendo as ações da Assembleia e vou continuar fazendo isso. A palavra romper é muito forte e eu sou um deputado de conciliação. A gente tem que respeitar o momento de cada um, todo mundo tem seu momento de estresse e dificuldade. A gente vai superar isso", iniciou.
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O comentário ocorre após Botelho cobrar que o presidente do legislativo foque nos interesses do parlamento ao invés de se preocupar com as articulações políticas de 2022. Isso porque, na última semana, Russi chegou a admitir que já trabalha em busca de sua reeleição e ainda admitiu uma possível candidatura a vice em uma eventual reeleição do governador Mauro Mendes (DEM).
Max que assumiu o comando da AL após Eduardo Botelho ser retirado do cargo por força de uma decisão judicial evitou cair para o enfretamento. "Toda crítica é importante e eu venho fazendo meu trabalho como presidente. O Botelho foi presidente da ALMT por quatro anos e desenvolveu um bom trabalho", complementou.
Por fim, o parlamentar sustentou que é possível conciliar os trabalhos legislativos com os assuntos partidários. "Independente da função que assumo, eu não abandono meus companheiros e não deixo de fazer o meu trabalho. Ninguém tira a liderança de ninguém, ninguém toma espaço de ninguém. Estamos num momento democrático e temos que conversar com todo mundo", finalizou.
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