PREVARICAÇÃO E ASSÉDIO MORAL 17.10.2022 | 09h45

pablo@gazetadigital.com.br
Tchélo Figueiredo/ Secom
O Ministéro Público de Mato Grosso (MPMT) determinou que a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) investigue o controlador-geral do Estado (CGE), Emerson Hideki Hayashida, por possível negligência em denúncias contra o próprio governo do Estado.
De acordo com a portaria assinada pelo promotor de Justiça, Anderson Yoshinari Ferreira da Cruz, no último dia 10 de outubro, a determinação de apuração, partiu de uma notícia de fato, que aponta supostos atos corrupção passiva e crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral.
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Conforme o
apurou, a denúncia de vários servidores é que a CGE estaria acobertando e segurando várias denúncia dentro da gestão Mauro Mendes (União). Tais práticas já chegou a ser denunciada pelo deputado estadual Lúdio Cabral (PT) no Plenário da Assembleia Legislativa ainda no primeiro semestre desse ano. O parlamentar afirmou que recebeu várias denúncia de que a CGE estaria aparelhada pelo Estado para coibir qualquer denúncia contra a gestão.
As denúncias contra a CGE são inúmeras, como de assédio moral, abuso de poder e perseguições praticadas pelos gestores do órgão contra auditores e técnicos que não “rezam pela cartilha” do governo estão circulando no Centro Político Administrativo e até no Ministério Público Estadual.
Outro lado
Procurada pelo
a CGE emitou nota afirmando que sempre atuou de de maneira imparcial e que está a disposição das autoridades.
"A atuação do órgão sempre teve e terá CUNHO TÉCNICO, com base no princípio da IMPARCIALIDADE, de ANALISAR SEM PRIVILÉGIOS os objetos de auditoria, controle e corregedoria e promover os encaminhamentos que os casos requeiram, incluindo o devido compartilhamento de trabalhos com os órgãos de controle externo.
A título de exemplo, a CGE fez o acompanhamento simultâneo das aquisições emergenciais do Poder Executivo Estadual para a prevenção e combate à Covid-19. Desde 2019, CGE analisou mais de 80% dos recursos destinados a compras de bens, equipamentos e insumos de saúde para a pandemia e emitiu as devidas recomendações aos órgãos e entidades estaduais.
A CGE está à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários às autoridades competentes, pois, além do princípio da imparcialidade, a Controladoria atua com base nos valores da legalidade, transparência, confidencialidade, probidade e excelência".
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