Deu em A Gazeta 02.12.2020 | 07h25

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Divulgação/ Assessoria
O Ministério Público (MP) de Mato Grosso se envolveu em outra polêmica neste ano com a compra de 400 aparelhos smartphones por R$ 2.232 milhões. Só para Iphone serão gastos R$ 1.683 milhão.
O processo licitatório já foi homologado pela direção do MP, e teve a participação de 18 empresas. Porém, apenas 3 empresas conseguiram vencer os lotes. São elas: Electromarcas Comércio e Importação de Eletrônicos Eireli, Microsens S/A e Via Comércio e Representação de Informática Eireli. No edital consta o “registro de preços para futura e eventual aquisição de aparelhos celulares smartphone para atender a demanda do Ministério Público”. Os 201 smartphones do modelo Iphone 11 pró MAX 256 Cinza Espacial, custarão R$ 1.683.576 dos cofres públicos. Ou seja, cada Iphone custará R$ 8.376 que serão fornecidos pela Electromarcas Comércio e Importação de Eletrônicos.
O Ministério Público também solicitou 15 smartphones do modelo Samsung Galaxy S10 que sairão por R$ 3,120 mil cada - total R$ 46,8 mil - que serão entregues pela empresa Via Comércio e Representação de Informática deve vender, e mais 64 aparelhos Galaxy Note 20 Ultra 5G, no valor total de R$ 404.992 mil além de 120 unidades do aparelho Galaxy A01, de valor unitário de R$ 808 e valor total de R$ 96,9 mil, comprados na Microsens S/A.
Outro lado
Por meio de nota, MP de Mato Grosso disse que a aquisição dos aparelhos visa melhorar atuação virtual dos seus membros, e que os notebooks que estão em uso funcional pelos membros do MP ‘perderam a garantia’, e ‘impôs-se a necessidade de novas aquisições para substituí-los’.
“A administração da instituição então solicitou ao Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) a realização de estudos para identificar qual seria a melhor solução tecnológica para substituir os referidos equipamentos. Os estudos apontaram que a melhor alternativa seria a troca por aparelhos celulares de tecnologia de ponta, por diversas razões”, diz trecho da nota.
O órgão também alega que tem aumentado o trabalho remoto e a exigência de mais agilidade e versatilidade dos promotores e procuradores de Justiça, para realizar ‘despachos e outros procedimentos fora dos seus locais de trabalho’.
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José - 02/12/2020
E daí o governo fica regulando esse pequeno valor de salário emergencial para quem passa fome.
ILDO PEREIRA - 02/12/2020
QUEM DEVERIA ZELAR PELO DINHEIRO PUBLICO E QUEM GASTA DINHEIRO SEM NECESSIDADE, O GOVERNO NAO DEVERIA REPASSAR MAIS DINHEIRO QUE O NECESSARIO A PODERES E TAMBEM E NECESSARIO MUDAR TEXTO DA LEI QUE AMARRA OS REPASSES A PERCENTUAIS ESTABELECIDOS PELA ARRECADAÇAO, UMA VERGONHA, EM RAZAO DISSO OS PODERES RECEBEM MAIS DINHEIRO QUE O NECESSARIO E ACABA GASTANDO DE FORMA ERRADO.
jorge - 02/12/2020
e por umas noticias dessas que eu penso que os governos que ai passam tem que sumir da vida politica. qual e a diferença dos seres que trabalham nestes locais para outros de outros setores. é so os caras pedirem para aumentar duodecimo que tanto o governo como os deputados reviram o mundo e arrumam o que eles pedem. tem algum,a coisa a mais nisso que o povo não sabe. sera que é medo.
LUZMAR OLIVEIRA SILVA - 02/12/2020
É BRINCAR COM DINHEIRO PÚBLICO. ALGUÉM TEM QUE DAR UM FREIO NISSO.
4 comentários