CANDIDATA AO GOVERNO 13.03.2026 | 10h07

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Arquivo Pessoal
A pré-candidata ao governo de Mato Grosso, Natasha Slhessarenko (PSD), afirmou que aposta em um cenário semelhante ao vivido por Blairo Maggi quando disputou o Executivo estadual pela primeira vez, mesmo sem experiência prévia em cargos eletivos. Segundo ela, a falta de mandato não deve ser um impedimento para viabilizar sua candidatura em 2026 e sua experiência enquanto médica do Sistema Público e privado, bem como o lado empresária pode assegurar seu êxito nas urnas.
Natasha destacou que traz experiência do setor privado e da área acadêmica, além de questionar se a cobrança sobre experiência política ocorre de forma diferente por ela ser mulher. Ao citar exemplos de políticos que chegaram ao poder sem trajetória eleitoral anterior, ela lembrou o caso de Blairo Maggi, que se elegeu governador em sua primeira disputa, bem como o atual governador Mauro Mendes, a Prefeitura de Cuiabá.
“Quando o nosso governador [Mauro Mendes] se candidatou pela primeira vez, foi para um cargo majoritário, a prefeitura. Tivemos senador, governador e ministro que o primeiro cargo que concorreu foi ao governo, o Blairo Maggi. Será que fizeram essa pergunta para ele? Será que essa discussão surgiu quando eram homens candidatos ou ela aparece porque sou mulher?”, questionou.
A médica ressaltou que é a única entre os nomes colocados na disputa que não ocupa cargo público atualmente, enquanto outros possíveis concorrentes são senadores ou ocupam o posto de vice-governador, simbolizando a renovação política. Inicialmente, a pré-candidata confessou que o efeito pode pesar na candidatura, mas acredita que a força política da Federação Brasil da Esperança (PT, PC do B e PV), devem impulsionar seu nome.
“Sou a única pré-candidata que não está em cargo político. Temos dois senadores e um vice-governador. Isso faz diferença. Mas acredito que estamos crescendo, caminhando e andando com o apoio da federação”, declarou.
Ainda avaliando o cenário eleitoral, Natasha também criticou o ambiente de polarização política no país e avaliou que a população tem problemas mais urgentes para enfrentar. “Acho lamentável voltar a discussão à polarização em um país consumido por situações graves. Os problemas são maiores e a polarização é muito ruim”, afirmou.
Como exemplo, citou o comando político de Cuiabá, a médica destacou que a capital vive atualmente sob uma gestão de perfil conservador e questionou os resultados do mandato, especialmente na área da saúde. “Temos em Cuiabá um governo conservador de direita. Como está o mandato? A saúde está boa? Está cumprindo seu dever?”, indagou.
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