governo quer pagar 5,4% 21.01.2026 | 15h19
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Fred Moraes
Atualizada às 15h40 - Minutos antes do início da sessão extraordinária da Assembleia Legislativa (ALMT), marcada para a tarde desta quarta-feira (21), servidores estaduais lotaram o plenário para cobrar uma reunião com o colégio de líderes. A categoria busca detalhes sobre o projeto enviado pelo Executivo para o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) e exige a previsão de repasse dos valores pendentes de anos anteriores.O texto encaminhado pelo Execito prevê pagamento de 5,4%, antes era 4,26%, porém não trata do atrasado.
Embora não contestem o índice de 4,26% ofertado para 2025 e a reajustado para 5,4% em janeiro, os servidores condicionam o fim da mobilização ao reconhecimento oficial do passivo acumulado.
"Podemos aceitar [os 4,26%], desde que haja este reconhecimento e seja feito o escalonamento para pagamento do valor", afirmou Carmen Machado, presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso (FESSP/MT).
A representante da categoria garantiu que o indicativo de greve será suspenso assim que for apresentado um cronograma para os valores atrasados. “Queremos o projeto com parte do nosso passivo e como será feito com o resto. Queremos que, antes de qualquer pagamento, a dívida seja reconhecida, porque sem isso não temos instrumento legal para cobrar”, alegou.
Briga pela RGA
A disputa pela revisão se arrasta desde o ano passado. A expectativa era de que o projeto fosse votado no último dia 14, mas o texto só chegou à Assembleia na tarde de terça-feira (20), mantendo o reajuste baseado no INPC.
O colégio de líderes busca agora um consenso que atenda aos interesses dos funcionários públicos e dos parlamentares, tentando evitar o desgaste de emendas isoladas, como a proposta pelo deputado Lúdio Cabral (PT), que sugere um pagamento de ao menos 5% com base na arrecadação do Estado.
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Milho Disponível
R$ 66,90
0,75%
Algodão
R$ 164,95
1,41%
Boi à vista
R$ 285,25
0,14%
Soja Disponível
R$ 153,20
1,06%
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