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Fake News 28.05.2020 | 07h44

'STF quer atacar milhares de brasileiros', alega bolsonarista investigado pela PF

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Reprodução/Facebook

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O empresário Marcelo Stachin, apoiador presidente Jair Bolsonaro (sem partido), afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) busca atacar milhares de brasileiros, no entanto negou que tenha praticado ofensas Poder Judiciário ou outra instituição. Um dos alvos da Operação Fake News, realizada pela Polícia Federal na quarta-feira (27), Stachin é conhecido nas redes sociais por seu posicionamento de extrema-direita e de apoio ao presidente. 

 

Em entrevista à TV Vila Real, Marcelo afirmou que sua intenção é apenas demonstrar o apoio a Bolsonaro por meio das redes sociais. Apesar da defesa, o empresário de Sinop (500 km ao norte da Capital) voltou a criticar a atuação do STF. "Essa ação do STF visa coibir, atacar as ações de milhares de brasileiros em todo Brasil e eu sou um desses alvos. Eu estive em Brasília nos últimos dias em ato de apoio ao presidente Bolsonaro, qualquer pessoa que procurar as minhas redes sociais vai ver que não tem um depoimento meu que viesse à atacar algumas das instituições, pelo contrário".

 

Ele compareceu voluntariamente na tarde de quarta-feira à sede da Polícia Federal em Cuiabá para "prestar esclarecimentos". Usava boné com o nome do presidente, camiseta amarela com os dizeres "Supremo é o povo" e carregava uma bandeira do Brasil. 

 

O empresário é acusado de participar do "Gabinete do Ódio", grupo que criava e compartilhava notícias falsas, além de instigar ataques virtuais contra o Congresso Nacional e o STF. Além de Marcelo, foram alvo da operação nomes como o ex-deputado federal Roberto Jeferson (PTB), o deputado estadual Douglas Garcial (PSL-SP), o blogueiro Allan dos Santos e o empresário Luciano Hang, propietário da Havan.

 

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Marcelo disse que defende a independência das instituições. Porém, não explica se defende o sistema de freios e contrapeso que uma democracia, ou seja, o ato de um Poder conseguir interferir no outro para impor limites. "Cada uma das instituições deve cumprir o seu papel, aquilo que é constitucional e nós estamos em Brasília, como milhares de brasileiros, pela lei e pela ordem. Nós não admitimos mais a ação do STF, por exemplo, contra brasileiros que tem o seu direito de ir e vir".

 

Quanto a possíveis atos contra instituições, o empresário disse que nunca citou uma palavra contra instituições. "Esta ação de pessoas que fazem parte do STF é justamente para impedir as pessoas do livre direito de manifestar seu apoio ao presidente Bolsonaro. As ações do STF são ações inconstitucionais, que me impossibilitam de usar até mesmo as redes sociais", declarou atacando a determinação do ministro Alexandre de Moraes, presidente do inquérito no STF.

 

Marcelo negou que tenha tido treinamento paramilitar, mas disse que tem paixão por armas e usou o argumento do presidente na reunião ministerial em que defendeu o armamento da população para agir contra ditadores. "Eu também gostaria de ter o porte de arma para minha defesa, o país precisa disso, nós precisamos disso. Agora, usar armas para atuação contra alguma das instituições isso nunca aconteceu".

 

 Na saída do depoimento, Marcelo negou que tenha tido mandado de prisão contra ele e disse que não houve apreensão do seu celular pessoal. Segundo ele, no depoimento que prestou foi bem tratado pelos policiais federais. 

 

 

 

 

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