SUCESSÃO NO PAIAGUÁS 24.02.2026 | 16h53

ana.frutuoso@gazetadigital.com.br
Fred Moraes/GD
Impossibilitado de se reeleger e de olho em uma vaga no Senado, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), "alertou" sobre os riscos de retrocesso fiscal caso a próxima gestão tenha “nego vagabundo”. A fala ocorre em meio ao debate sobre sucessão estadual e prioridades de infraestrutura para os próximos anos no estado. Declaradamente, Mendes apoia o vice Otaviano Pivetta (Republicanos) para ocupar sua cadeira no Palácio Paiaguás em 2027.
“Se tiver gente séria no governo nos próximos anos, vai continuar fazendo muita coisa. Se colocar um ‘nego vagabundo’ lá, inexperiente, pode ter certeza de que em dois anos quebra o Estado de novo”, declarou em entrevista à rádio Band Juína.
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Durante entrevista, afirmou que a construção de uma nova rodovia na região, de Juína, ainda não deve começar em 2026 e indicou que a obra provavelmente ficará sob responsabilidade do próximo chefe do Executivo estadual.
Ao comentar o tema, Mendes disse que a prioridade do momento é a conclusão da BR-170, apontada por ele como a principal intervenção de infraestrutura na região. Segundo o governador, somente após a finalização dessa obra será possível avaliar novos investimentos viários.
“Primeiro, a gente tem que acabar a BR-170. Nós temos que concluir as nossas principais prioridades. É uma rodovia importante, sei que é importante, mas eu diria que não dá para prometer que vai começar este ano”, declarou.
O chefe do Executivo ressaltou que a definição sobre a próxima grande obra dependerá das condições administrativas do futuro governo. Na avaliação dele, a continuidade dos investimentos está diretamente ligada à capacidade de gestão do sucessor.
“Depois que acabar a [BR]170 e estiver tudo certinho, a gente tem que ver qual é a próxima principal obra na região. Mas isso vai depender do próximo governador, da qualidade, da seriedade e da competência que ele tenha para continuar tocando o Estado”, afirmou.
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O ATALAIA - 25/02/2026
O que é isso? na fala insensata, só o grupo de MM tem capacidade para gerir o Estado, a oligarquia Mendes/Maggi/PIVETA. Isso é um arroubo de infantilidade de quem deveria ser exemplo de prudência e equilíbrio emocional...um exibicionista,narcisista, doente. Deus nos livre desse homem estulto e zombeteiro!...
João Ninguém. - 25/02/2026
Expressão do governador "NEGO VAGABUNDO" quebra o estado em dois anos, segundo as más línguas, MAURO MENTE, entrou pobre dobrou o patrimônio, esse sabe administrar o Estado, kkkk
João Ninguém. - 24/02/2026
Na verdade o MAURO MENTE está com medo de Wellington ou Jaime campos ganhar a eleição para o governo, e fazer uma auditoria completa nas secretaria (saúde, sinfra e educação), bem como apurar o escândalo da oi, isso e ser vagabundo, safado assim vão verificar se existem muitos rombo.
Nilson Ribeiro - 24/02/2026
A expressão "nego vagabundo" tem origem no contexto do racismo estrutural e histórico no Brasil, enraizando-se na marginalização da população negra, especialmente após a abolição da escravidão. Raízes Históricas (Pós-Abolição): Após 1888, a falta de integração dos negros na sociedade gerou uma associação pejorativa entre a cor da pele e a falta de emprego formal, criando estereótipos de preguiça ou desonestidade. Marginalização e Criminalização: Historicamente, o termo foi utilizado por elites dominantes para demonizar corpos negros nas periferias, marginalizando-os e justificando abusos ou a exclusão social. Contexto de Injúria Racial: A expressão combina uma forma coloquial, muitas vezes racista ("nego"), com um termo depreciativo ("vagabundo"), sendo frequentemente utilizada para ofensas de cunho racista no cotidiano brasileiro. Senado Federal Senado Federal Embora possa ser ressignificada em determinados contextos de resistência periférica, a expressão tem sua origem marcada por uma tentativa de desumanização e estigmatização da pessoa negra no Brasil. E AÍ POPULAÇÃO PARDA, NEGRA, PRETA, VÃO VOTAR NO IMPERADOR AINDA? EU COM CERTEZA NÃO.
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