caso master 12.02.2026 | 14h13
João Vieira
Após a PF (Polícia Federal) apontar ao STF (Supremo Tribunal Federal) a suspeição do ministro Dias Toffoli para relatar o processo que investiga o caso do Banco Master, os demais ministros da Corte preferem optar pela cautela.
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Na sessão de julgamentos desta quinta-feira (12), Fachin informou que a sessão terminaria mais cedo porque haveria um diálogo entre os ministros.
O Blog conversou com alguns ministros e um deles afirmou que há um desgaste institucional, mas que “ficaria pior ainda se inventássemos uma solução que ignora a lei”.
Na última quarta-feira (11), a Polícia Federal enviou ao ministro Edson Fachin, presidente do Supremo, material com evidências sobre o ministro do STF e o banqueiro Daniel Vorcaro, sem fazer solicitação formal de afastamento.
O conteúdo inclui mensagens, áudios, fotografias e registros de aplicativos, como diálogos com autoridades. Entre os dados identificados estariam documentos com menções a Toffoli e a outros ministros do STF.
Outro ministro conversou com o Blog e disse que o clima está péssimo e que “não tem condições dele [Toffoli] ficar”.
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