imunização 17.12.2020 | 09h07
Governo do Estado de São Paulo
O Instituto Butantan confirmou, na quarta-feira (16), que encaminhou para o Ministério da Saúde a proposta para fornecer doses da CoronaVac no PNI (Programa Nacional de Imunizações) a partir de janeiro do ano que vem.
Caso o Ministério da Saúde concorde em adquirir as doses da vacina produzida em parceria com o laboratório chinês Sinovac, a CoronaVac já passará a ser fornecida logo depois de ser registrada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), segundo o Instituto Butantan.
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Segundo informações obtidas pela jornalista Christina Lemos, o Ministério da Saúde vai fechar contrato para compra da vacina. "Cobramos agilidade no fechamento de contrato com Butantan", confirmou o governador do Piauí, Wellington Dias (PT). "São 46 milhões de vacinas do Butantan e outras 6 milhões ficarão prontas até 20 de janeiro", completou.
Por meio de nota, o instituto disse ainda que "seguirá importando e produzindo a vacina, enquanto aguarda sua efetiva incorporação ao Programa Nacional de Imunizações" (leia a íntegra abaixo).
Durante o lançamento do Programa Nacional de Imunização, nesta quarta, o presidente Jair Bolsonaro defendeu uma união nacional em prol da vacinação da população brasileira contra a covid-19. "São 27 governadores com um propósito comum: a volta à normalidade", disse.
O presidente voltou a dizer, ainda durante o evento, que a vacina aprovada pela Anvisa será gratuita e opcional à população. A cerimônia aconteceu no Palácio do Planalto para explicar o documento enviado pelo Ministério da Saúde ao STF (Supremo Tribunal Federal) no último fim de semana.
Nele, foi anunciado que o governo federal fará uma campanha nacional para mostrar à população as vantagens de tomar a vacina.
Leia a íntegra da nota do Instituto Butantan:
O Instituto Butantan informa que, em resposta ao Ministério da Saúde, encaminhou nesta quarta-feira (16) proposta para fornecimento de doses da vacina contra coronavírus ao Programa Nacional de Imunizações a partir de janeiro de 2021.
O fornecimento das doses pelo Butantan, caso a pasta federal concorde em adquiri-las, ocorrerá tão logo seja definida a situação de registro da vacina pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
O Butantan seguirá importando e produzindo a vacina, enquanto aguarda sua efetiva incorporação ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). No próximo dia 23 de dezembro, em atendimento a uma recomendação do comitê internacional independente que acompanha a pesquisa desenvolvida em parceria entre o Butantan e a biofarmacêutica Sinovac, deverão ser apresentados os resultados finais de segurança e eficiência. Assim, o instituto entregará um estudo conclusivo, e não preliminar como o previsto anteriormente, o que possibilitará o envio, à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e à National Medical Products Administration, da China, do pedido de registro definitivo da vacina, facilitando e agilizando o processo.
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