PROMOÇÃO DE IMAGEM 16.02.2026 | 14h20
Eduardo Hollanda
Na homenagem que recebeu da Acadêmicos de Niterói na noite deste domingo (15/2), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu do camarote da prefeitura do Rio de Janeiro e desceu para acompanhar de perto o desfile. A ação já gerou críticas e promessas de processos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O partido Novo anunciou nesta segunda-feira (16) que pedirá a inelegibilidade do presidente. Segundo o presidente da sigla, Eduardo Ribeiro, “houve propaganda eleitoral antecipada financiada com dinheiro público” no desfile em homenagem ao atual chefe do Executivo.
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Para o partido, o desfile da Acadêmicos de Niterói caracterizou abuso de poder político e econômico ao utilizar recursos públicos para promover a imagem de Lula em contexto pré-eleitoral.
Possível Reanálise
Na última quina-feira (12), o TSE decidiu rejeitar as ações protocoladas na Corte contra a escola de samba fluminense. Entretanto, a corte sinalizou que o presidente ainda poderia ser punido dependendo do que acontecesse no local.
Os ministros deixaram claro que a decisão não seria definitiva e que a Corte eleitoral estaria atenta a consequências do desfile.
Na ocasião, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, afirmou que a situação pode levar a um ambiente propício para ilícitos, com um risco “muito plausível”.
Deboche
O senador Flávio Bolsonaro (PL) também usou as redes sociais para criticar o desfile. Na publicação, o parlamentar diz que vai protocolar uma ação no TSE contra os “crimes do PT na Sapucaí”.
Além do senador, outros parlamentares da oposição criticaram a homenagem feita pela escola de samba. O ex-vereador Carlos Bolsonaro repostou uma publicação que afirma que o desfile foi um “deboche” aos brasileiros. “Esse desfile eleitoral foi um tapa na cara de todo brasileiro de bem!”, diz.
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