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Terra e Criação - A | + A

24.11.2008 | 03h00

Novos herbicidades para manter o pasto limpo

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Manter as pastagens limpas não é uma tarefa fácil para o pecuarista. Os herbicidas Texas e Tucson, lançados recentemente pela Nufarm em Mato Grosso têm o objetivo de auxiliar o produtor nesta luta. O diretor comercial da empresa no estado, Luciano Daher, explica que "o Brasil representa 14% do mercado da Nufarm, uma empresa australiana que começou a investir recentemente neste mercado", explica

O Texas é um herbicida seletivo pós-emergente recomendado para o controle de plantas daninhas dicotiledôneas de porte arbóreo, arbustivo e sub-arbustivo em áreas de pastagens, específico para aplicações no tronco, após o corte. Ele tem como ingrediente ativo o picloram e está classificado como herbicida seletivo derivado do grupo químico ácido piridinocarboxílico.

Segundo Luciano, o Texas está sendo utilizado no combate à pastagem ciganinha, também conhecida como memora peregrina, ao espinho-agulha, ao amarelinho e ao arranha-gato. Ele tem grande ação sistêmica e rápida que garante pasto limpo e sadio. "Acreditamos no fim da competição entre pasto e ervas daninhas", ressalta.

Já o Tucson é um herbicida sistêmico, seletivo e pós-hemergente recomendado para o controle de plantas daninhas dicoledôneas de porte herbáceo e semi-arbustivo em áreas de pastagem. Assim como o Texas, tem como ingrediente ativo o picloram e ação seletiva derivados do ácido piridinocarboxílico.

É recomendado para controlar as pastagem assa-peixe, guanxuma, fedegoso e mata-pasto. Luciano destaca ainda a eficiência do produto no combate a malva-branca, guanxuma-branca, cheirosa e gervão-branco. "É um produto de grande versatilidade e rentabilidade. Isso sem falar que exige menor tempo de manejo", complementa.

O engenheiro agrônomo Ronaldo Assis de Magalhães explica que a facilidade que as plantas daninhas têm de adaptar-se às mais diferentes condições de solo e clima também facilitam sua competição com as pastagens. "As plantas daninhas possuem um crescimento rápido desde o estágio inicial até o florescimento. Os frutos e sementes de algumas delas disseminam-se mediante estruturas de adaptação que permitem sua dispersão para novas áreas por meio do vento, água, animais e até mesmo o homem", ressalta. Embora a maioria das plantas daninhas se adapte bem a todos os tipo de solo, existem algumas que competem melhor em solos ácidos e de baixa fertilidade. "O pior é que as espécies perenes tem um grande capacidade de regeneração através de qualquer fragmento, ou seja, qualquer pedaço deixado ou esquecido em algum lugar, permite que a planta sobreviva", complementa.

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