no Palácio Paiaguás 17.07.2023 | 09h57

redacao@gazetadigital.com.br
João Vieira
Acorrentados nas grades do Palácio Paiaguás, professores da rede estadual de ensino fizeram um ato na manhã desta segunda-feira (17) contra ações do governador Mauro Mendes na área da Educação.
Segundo os manifestantes, o ato é fruto das várias mudanças realizadas dentro das instituições de ensino nos últimos anos, além de demissões em massas.
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O professor Robinson Cireia pontuou que Mauro Mendes tem agido com autoritarismo, para ele o governador puniu os profissionais por conta de paralisações realizadas no último dia 28, os exonerando de seus cargos.
"Na verdade, a gente está sentindo o autoritarismo do governo Mauro Mendes em relação aos trabalhadores da Educação, no sentido de tirar e exonerar profissionais sem explicação. Quando a gente investiga as escolas, a maioria delas fizeram paralisações. As pessoas que participaram, não evitaram, foram punidas", pontuou.
A ação além de criticar a demissão em massa, reivindica que a gestão democrática retorne ao ambiente escolar, que os profissionais tenham passe livre e autonomia para ensinar os alunos.
"Eu sou professor da rede pública, fui coordenador de escola, mas agora com teste seletivo você tem que dizer todos os programas do governo e dizer que concorda, eu não passei no teste depois de 5 anos como coordenador, não passei na entrevista, deve ser porque sou do sindicato, quando eram meus colegas elegendo eu consegui ser coordenador, agora que é o governo que escolhe, eu não tenho mais a capacidade", explicou indignado.
A manifestação apesar de contar com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Publico foi organizada pela própria categoria com o objetivo de chamar atenção do Chefe do Executivo.
Outro lado
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) foi procurada pela reportagem do
e afirmou que não vai se manifestar sobre o ato desta segunda (17). Lembrou ainda que "as demissões não têm qualquer relação com manifestações sindicais".
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Carlos - 17/07/2023
Eu sou professor da rede pública, fui coordenador de escola, mas agora com teste seletivo você tem que dizer todos os programas do governo e dizer que concorda, eu não passei no teste depois de 5 anos como coordenador, não passei na entrevista, deve ser porque sou do sindicato, quando eram meus colegas elegendo eu consegui ser coordenador, agora que é o governo que escolhe, eu não tenho mais a capacidade", explicou indignado. Explicou tudo, meu jovem era só ter se preparo para o seletivo. E cada uma que vejo.
ALBERTO - 17/07/2023
Não querem ser cobrados por resultado. Querem passar filminhos para não fazer plano de aula Querem dedicação exclusiva, mas não se dedicam Não querem cumprir metas. Essa prática de fazer esses atos mostra simplesmente um mimimi sem argumento e dizendo AUTORITARISMO por que quererem fazer o trabalho de forma correta...querem apenas cumprir tabela e fazer o mínimo possível para o que deveria ser o trabalho. com esses atos anarquistas apenas demonstram a incapacidade de defender o que querem....ou seja...simplesmente querem beneces sem prestação de serviços....podem verificar se os filhos destes professores estudam em escola pública tenho absoluta certeza que poucos muito poucos têm filhos em escola pública pois sabem que o serviço é ruim...apenas os professores das escolas cívico militar ainda prestam um excelente serviço.
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