‘EXÓTIKA’ 11.09.2026 | 18h20

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Vitor Quevedo
A cena underground queer ganha mais uma noite de música, arte e diversidade neste sábado (12), com a realização da Exótika - Ela não vem mais, festa que reúne artistas, produtores culturais, empreendedores e público LGBTQIA+ em uma experiência marcada pela música eletrônica e pela valorização de diferentes expressões da comunidade.
Criada há três anos, a Exótika nasceu inspirada nas festas underground queer de São Paulo e tem como proposta construir um ambiente aberto, seguro e inclusivo, onde diferentes públicos possam compartilhar a pista de dança e, ao mesmo tempo, prestigiar artistas e iniciativas da comunidade LGBTQIA+.
Para o organizador Vitor Quevedo, a proposta da festa vai além da música e busca criar oportunidades para que pessoas LGBTQIA+ também ocupem espaços de protagonismo artístico e profissional.
“A Exótika não é apenas um espaço gay. É um espaço inclusivo para todas e todes. Pessoas hétero também são muito bem-vindas, desde que respeitem o espaço e entendam que aquele lugar foi criado para que diferentes pessoas possam estar presentes”, explica Vitor.
Segundo o organizador, a diversidade também está presente na programação artística. A edição contará com um line-up formado por aproximadamente dez artistas, entre pessoas trans, mulheres cis, homens gays e outros representantes da cena, com uma programação que passeia por diferentes vertentes da música eletrônica, incluindo house, hyperpop, techno, funk e outras sonoridades.
“Queremos ocupar o espaço artisticamente. Pessoas trans estão presentes no nosso line-up em todas as edições. Já recebemos DJs nacionais e queremos continuar promovendo essa inclusividade de todas as formas”, destaca Vitor.
Arte e empreendedorismo também ocupam a festa
Além da pista de dança, a Exótika também abre espaço para artistas e empreendedores apresentarem seus trabalhos ao público. A proposta é transformar a festa em um ambiente de circulação de cultura, serviços e produtos produzidos por pessoas da comunidade LGBTQIA+. Nesta edição, um empreendedor trans estará presente com produtos produzidos em impressão 3D, voltados para diferentes públicos e finalidades.
A programação também contará com uma profissional especializada em trabalhos afro em cabelos, que realizará atendimentos rápidos durante a festa.
A Exótika já recebeu, em outras edições, exposições de artistas LGBTQIA+, artesanatos e diferentes iniciativas independentes.
“É uma forma de ocupar o espaço não apenas como pista, mas também como artistas, empreendedores e produtores. A gente quer que essas pessoas possam mostrar seus trabalhos, seus serviços e aquilo que produzem”, afirma o organizador.
Uma noite de diferentes sonoridades
A programação musical foi pensada para construir uma experiência ao longo da noite, passando por diferentes estilos e ritmos. A festa terá duração de aproximadamente 11 horas, com início às 22h e encerramento às 9h.
A edição também marca uma noite especial no espaço Fervin, que recebeu diferentes edições da Exótika e se tornou um dos locais importantes para a realização da festa. Para Vitor, a expectativa é que a nova edição fortaleça a cena independente e incentive o surgimento de outras iniciativas culturais.
“A nossa ideia é continuar fazendo esse movimento, voltar com tudo e fazer com que aconteçam próximas edições. E que outras pessoas também possam criar festas e iniciativas inspiradas na Exótika”, afirma.
A organização convida a comunidade LGBTQIA+ e o público interessado em conhecer a proposta para participar da edição deste sábado (12)
SERVIÇO Exótica — Ela não vem mais
Data: 12 de setembro
Horário: das 22h às 9h
Atração: DJs, música eletrônica, arte, empreendedorismo e diversidade
Ingressos: Sympla — Exótika: Ela não vem mais
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Milho Disponível
R$ 66,90
0,75%
Algodão
R$ 164,95
1,41%
Boi à vista
R$ 285,25
0,14%
Soja Disponível
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1,06%
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