deu na gazeta 09.09.2022 | 07h00

elaynemendes@gazetadigital.com.br
Otmar de Oliveira
As chamas que atingem o trecho entre a Estrada de Chapada (MT-251) e o distrito do Coxipó do Ouro desde a última quarta-feira (7) continuam avançando na região. Bombeiros, brigadistas da Defesa Civil de Cuiabá e homens do Exército Brasileiro trabalham 24h seguidas na tentativa de conter o fogo.
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Na tarde de ontem (8), os ventos fizeram com que o incêndio atingisse o terreno que fica aos fundos do Batalhão da Polícia Militar de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), chegando também no canteiro central da rodovia. As chamas chegaram a uma altura de aproximadamente 3 metros.
Desde o feriado da Independência do Brasil, os cuiabanos notaram uma forte fumaça tomando conta da cidade. O cenário é resultado do fogo que atingiu a vegetação da região e que mesmo diante das diversas frentes de trabalho continua avançando devido às condições climáticas.
Na tarde desta quinta-feira, bombeiros e brigadistas chegaram a recomendar que motoristas não transitassem na estrada que dá acesso ao Coxipó do Ouro devido à pouca visibilidade em decorrência da fumaça. No pico do incêndio, uma grande nuvem de gafanhotos que fugiam do calor se formou.
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Desesperados, eles voavam e batiam nos veículos que passavam. Segundo o capitão Batista, do Corpo de Bombeiros, o combate ao incêndio começou às 18h30 do feriado e continua de forma ininterrupta. Ao todo são 14 equipes formadas por bombeiros e brigadistas da Defesa Civil, além de aproximadamente 100 homens do Exército.
“Dividimos o trabalho em 3 frentes, que se subdividiram, para atender a demanda. Estamos com uma estrutura grande, contando com 3 caminhões tanque, mais 6 veículos e uma aeronave. Fora os equipamentos como bombas costais e abafadores”.
Mesmo com todo o aparato em campo, as chamas, a cada momento, atingem uma área da região. Conforme o capitão, isso ocorre devido aos ventos, que surgiram de forma mais forte que o comum. “A gente está preparado quanto à equipe e equipamentos, porém, as condições climáticas não controlamos. Os ventos estão atrapalhando”.
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