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MADÁ, COMIDA COM VERDADE 26.07.2020 | 15h30

Jornalista se reinventa e torna dotes culinários em profissão

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A pandemia e o isolamento social - imposto como medida preventiva - obrigaram muitos profissionais a se reinventarem em sua área ou mesmo tirarem projetos antigos o papel. A segunda opção é o caso da jornalista Ana Flávia Corrêa, 24. Ela sempre teve o sonho de trabalhar no ramo gastronômico e o cenário atual foi o impulso para transformar seus dotes culinários em fonte de renda.


Ana Flávia se distanciou do jornalismo no último mês. Em busca de uma nova fonte de renda, ela buscou nas memórias esse objetivo de colocar como profissão cozinhar, que é o que gosta de fazer. Assim nasceu a Madá, Comida com Verdade. As vendas são feitas por encomenda e entrega em domicílio.


Mas a empreendedora não está sozinha, ela chamou a tia, Danielle Corrêa, e a prima, Nicole Kehrwald, 17, para o projeto. Afinal, não é só produzir os quitutes, tem que atender ao cliente, fazer o pedido, abastecer redes sociais, fazer a entrega. Uma empresa familiar.


A jornalista contou ao que o amor pela cozinha nasceu da necessidade de fazer a própria comida, quando saiu de casa para morar sozinha aos 18 anos. Com o tempo, o “precisar cozinhar” se tornou um hobby e uma terapia.


No começo nem sempre os pratos davam certo e eram gostosos. A prática levou ao aprimoramento e ao tempero sempre elogiado na reunião de amigos.

 

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mada comida verdade ana flavia

 Granola

Com a faculdade e o emprego em redação, todo o tempo era consumido e o desejo do próprio negócio deixado de lado, mas não esquecido. Até que nas últimas semanas, Madá começou a atender.


“Reuni tudo o que já tinha de bagagem ao longo dos anos e entrei em contato com algumas pessoas da minha família. A minha avó é uma excelente cozinheira, cresci comendo muito bem e tinha ela como referência. Ela é muito caprichosa e tem o mantra ‘comida primeiro a gente come com os olhos’”, conta a jornalista.


A habilidade na cozinha é de família. A prima Nicole também precisou de aventurar entre as panelas logo cedo. Diferente da prima, que saiu de casa, a adolescente sempre ajudou no preparo das refeições, mas passou a assumir o fogão porque a mãe começou fazer faculdade e não tinha tempo para deixar a comida pronta.


“Sempre gostei de assistir vídeos de receitas diferentes e experimentá-las. Quando me reunia com meus amigos, sempre usava eles de cobaias para experimentarem as receitas que eu aprendia, e eles sempre aprovavam”, lembra a sócia da Madá.


A família da empreendedora já teve restaurante e essa experiência agregou conhecimento para que a jovem montasse o próprio negócio.


“Quando precisei colocar a Madá em prática, conversei primeiro com uma tia, que também tem gosto pela cozinha. É ela quem, junto comigo, é responsável pelos preparos. No cardápio, elenquei algumas coisas que ela sabia fazer e outras coisas que eram minha especialidade, sempre pensando em fazer uma comida com ingredientes que fossem gostosos e não fossem industrializados”, explica.


O lema da Madá é oferecer comida boa, de qualidade, fresca e sem itens industrializados. Um diferencial entre os produtos comercializados no mercado local. Além de ser alternativa de comida gostosa e saudável para quem vive na correria do dia-a-dia.

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mada comida verdade ana flavia

 


“Hoje estamos produzindo por encomenda, conforme demanda, mas a ideia é cadastrar os produtos em aplicativos de delivery, como Ifood e Uber Eats. Entregamos os produtos a domicílio, com taxa de entrega dependendo da região. Os produtos são frescos, temos homus, caponata de berinjela, confit de tomate cereja, coalhada, iogurte, granola”, conta a jornalista.


Nicole tinha outros planos quando a prima a chamou para ser sócia da Madá. Ela pensava em abrir uma loja como alternativa para ganhar dinheiro, mas mudou de ideia após o convite.


“Queria vender algo que eu realmente amasse e me interessasse, uns dias depois minha prima entrou em contato comigo e com a minha mãe para fazer a proposta e nós amamos”, conta.


“A Madá é muito mais que só uma comida saudável e sem conservantes, ela é feita com amor, com cuidado na escolha dos ingredientes e principalmente verdade”, destaca Ana Flávia.

 

O nome é uma homenagem
Ana Flávia conta que o nome da empresa já foi escolhido antes mesmo dela existir. Na faculdade, tinha uma bicicleta que batizou de “Madalena”. A ideia era fazer comida vegetaria e entregar no campus utilizando o veículo. Na época, a jornalista não consumia carne e sempre testava receitas novas para manter a alimentação sem produtos de origem animal.


“O projeto nunca foi para frente, mas a ideia permaneceu e hoje se tornou realidade de um jeito diferente. São produtos de qualidade, que facilitam a alimentação das pessoas que têm a vida corrida e querem comer bem sem precisar recorrer aos industrializados”, relata.

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