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de 30% para 32% 15.07.2026 | 15h45

Aumento de etanol na gasolina é avanço para biocombustíveis e economia, avalia sindicato

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João Vieira

João Vieira

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso (Sindipetróleo-MT) manifestou posicionamento sobre a decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que aprovou, nesta terça-feira (14), o aumento do percentual obrigatório de etanol anidro na gasolina, de 30% para 32%.

 

Para a entidade, a medida representa um avanço importante para o setor de biocombustíveis e para a economia de Mato Grosso, um dos maiores produtores de etanol do país.

 

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"Recebemos com otimismo a decisão do CNPE. Mato Grosso, com sua força no agronegócio e na produção de etanol, desempenha um papel estratégico no fortalecimento da matriz energética brasileira. O aumento da mistura para 32% reconhece a importância do etanol como combustível limpo e renovável, agregando valor à produção estadual e impulsionando o desenvolvimento econômico da região", afirmou o presidente do Sindipetróleo-MT, Kaká Alves.

 

A ampliação da participação do etanol na gasolina está alinhada às metas de descarbonização e ao fortalecimento da segurança energética nacional, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis importados. Além dos ganhos ambientais, a medida deve fortalecer toda a cadeia produtiva do etanol, do campo aos postos de combustíveis, com potencial para ampliar a geração de emprego, renda e investimentos no estado.

 

Apesar de avaliar a decisão de forma positiva, o sindicato ressalta a importância de acompanhar rigorosamente a implementação da nova mistura.

 

"É fundamental que sejam realizados estudos técnicos e testes contínuos para assegurar que a nova composição não provoque impactos adversos aos veículos, especialmente os modelos mais antigos e os importados. A segurança do consumidor e a qualidade dos combustíveis comercializados continuam sendo prioridades para os revendedores", acrescentou Kaká Alves.

 

O Sindipetróleo-MT também defende que os postos de combustíveis recebam apoio técnico e orientações para promover as adequações logísticas e operacionais necessárias, garantindo que a transição para a nova mistura ocorra de forma segura, eficiente e sem impactos ao abastecimento.

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