mais vacinados 23.09.2021 | 09h10
Gcom
O Ministério da Saúde prevê o recebimento de mais de 226,7 milhões de doses de vacinas contra covid-19 entre outubro e dezembro deste ano.
Até quarta-feira da semana passada, a pasta já havia enviado às unidades da federação 265,8 milhões de doses.
As entregas esperadas para o quarto trimestre envolvem os seguintes quantitativos:
• Pfizer: 100 milhões de doses
• Fiocruz (AstraZeneca): 50 milhões de doses
• Janssen: 36,2 milhões de doses
• Covax Facility (em confirmação): 27,4 milhões de doses
• Instituto Serum da Índia (AstraZeneca): 8 milhões de doses
• Covax Facility (AstraZeneca): 5,11 milhões de doses
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O Instituto Butantan já concluiu todas as remessas dos contratos de 100 milhões de doses da CoronaVac que tinha com o Ministério da Saúde.
O ministro Marcelo Queiroga tem dito que a vacina só voltará ao PNI (Programa Nacional de Imunizações) se obtiver o registro definitivo junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Desde janeiro, a CoronaVac é aplicada sob autorização de uso emergencial.
Recentemente, Queiroga chegou a falar que havia vacinas de sobra no Brasil, o que foi rebatido por alguns prefeitos de cidades onde faltava AstraZeneca para segunda dose.
"Isso não é aposta de corrida de Fórmula 1. É uma campanha de imunização", disse na semana passada.
Em discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, na terça-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro garantiu que todos os brasileiros estarão completamente imunizados até novembro.
Todavia, cerca de 15 milhões de brasileiros com 18 anos ou mais ainda não receberam a primeira dose. Outros 55,8 milhões precisam tomar a segunda dose.
Com isto, o país necessita de aproximadamente 70 milhões de doses para concluir a imunização dos adultos.
Também está em andamento a aplicação das doses de reforço em idosos acima de 70 anos que tomaram a segunda injeção há mais de seis meses, além de uma terceira dose para indivíduos imunossuprimidos de qualquer idade que tomaram a segunda há mais de 28 dias.
O Ministério da Saúde mantém a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades, mas passou a não recomendar que os sem comorbidades sejam vacinados.
A medida foi criticada por sociedades médicas e especialistas, e a maioria dos estados optou por continuar a vacinação com o único imunizante autorizado, que é o da Pfizer.
Questionado, o ministro ressaltou que o desabastecimento só ocorre em municípios que não seguem o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19.
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